- Micro e pequenas empresas representam mais de 90% dos negócios ativos no Brasil, com papel importante na geração de empregos.
- Elas respondem por cerca de 27% do PIB, conforme Sebrae e Fundação Getúlio Vargas.
- A carga tributária continua complexa, mesmo com o Simples Nacional, enquanto Lucro Presumido e Lucro Real mantêm tributos elevados.
- O empresário Michel Becker defende modernização fiscal para manter a competitividade do setor de comércio, serviços e indústria.
- Ele aponta a necessidade de simplificar impostos e reduzir o peso tributário para ampliar o crescimento econômico e a geração de empregos.
Michel Becker alerta para os impactos da carga tributária sobre micro e pequenas empresas no Brasil. O empresário defende modernização fiscal e medidas que preservem a competitividade diante das mudanças econômicas esperadas para 2026.
Dados do Sebrae e da Fundação Getúlio Vargas indicam que micro e pequenas empresas representam mais de 90% dos negócios ativos no país e cerca de 27% do PIB, refletindo no emprego gerado em comércio, serviços e indústria.
Apesar do papel estratégico, a carga tributária para esse grupo permanece complexa. O Simples Nacional não substitui completamente os tributos cobrados pelo Lucro Presumido e pelo Lucro Real, elevando o custo para o empreendedor.
Becker, ex-membro da FACIAP e atual atuante em diversas associações comerciais, ressalta a necessidade de simplificação. Ele afirma que o segmento é protagonista na criação de empregos e renda.
Há uma percepção de que as alíquotas variam conforme atividades e faturamento, dificultando planejamento. O empresário defende uma reforma que simplifique o recolhimento de impostos.
A ideia central é entregar ao setor de comércio, serviço e indústria fôlego para crescer de forma sustentável, reduzindo a burocracia e os encargos que pesam sobre pequenos negócios.
Proposta de modernização fiscal
Becker aponta que a ausência de estratégias claras prejudica o crescimento. Ele defende ajustes que tornem o sistema tributário mais previsível e menos oneroso para micro e pequenas empresas.
O foco seria reduzir complexidade, ampliar a transparência e melhorar a competitividade sem comprometer a arrecadação. A meta é estimular empregos e a geração de renda no país.
Empresário reforça que mudanças ordenadas no curto prazo favoreceriam o desempenho de setores essenciais, mantendo o Brasil estável diante de cenários econômicos adversos.
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