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Brasileiros ignoram estratégia ao investir no exterior, aponta estudo

Carteira internacional deve visar três objetivos: crescer patrimônio, preservar ganhos e gerar renda, usando ETFs simples, líquidos e de baixo custo

Investir no exterior não é escolher o ETF da moda. Foto: Adobe Stock
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  • Carteira internacional deve responder a três perguntas: como fazer o patrimônio crescer, como preservar esse crescimento ao longo do tempo e como gerar renda periódica.
  • Para crescer, use ETFs temáticos como saúde, bancos europeus e defesa, além de opções de IA/automação como BOTZ e IRBO.
  • Para crescimento constante, foque em ETFs que replicam o S&P 500, como VOO e IVV; historicamente o índice teve ganhos expressivos no longo prazo, porém com oscilações significativas no passado.
  • Para renda, o caminho é a renda fixa de alto rendimento (high yield), com ETFs como HYG, JNK e SPHY, que oferecem retorno em torno de 5,5 a 6% ao ano com diversificação.
  • Proporções ideais variam por idade: mais renda na terceira idade (ex.: 90% rendimento, 7% crescimento, 3% crescer) ou mais peso em crescimento aos 30 anos (ex.: 40% crescer, 30% cada nos outros dois).

A notícia aborda uma estratégia de investimento internacional voltada a três objetivos: crescimento do patrimônio, preservação do ganho ao longo do tempo e geração de renda periódica. O texto compara abordagens tradicionais com a ideia de investir por objetivos, usando ETFs simples, líquidos e de baixo custo.

Segundo a análise, muitos investidores não definem um plano claro ao aplicar no exterior e acabam com uma carteira apenas como soma de ativos. A proposta é estruturar a carteira internacional para responder a perguntas sobre crescimento, preservação e renda.

O autor defende que a estratégia por objetivos facilita a visão de longo prazo e a seleção de ETFs. Entre as opções, destacam-se ETFs ligados a setores estáveis, que não dependem do ciclo econômico, como saúde, bancos europeus, defesa e tecnologia.

Objetivo 1: fazer o dinheiro crescer

  • Setor de saúde e longevidade é citado como exemplo, com ETFs como VanEck Ph Pharmaceutical (PPH) e IShares U.S. Pharmaceutical (IHE).
  • Bancos europeus são citados como potencial de retorno com o rearmamento do continente, com EXV1 e LBNK como destaques.
  • Defesas europeias aparecem via WisdomTree Europe Defence UCITS ETF (WDEP).

Objetivo 2: crescimento constante do capital

  • O foco recai sobre ações norte-americanas e ETFs que replicam o S&P 500.
  • Vocabulário recomendado inclui Vanguard S&P 500 ETF (VOO) e iShares Core S&P 500 ETF (IVV).
  • Histórico de retorno de longo prazo é apresentado: 11,5% ao ano nos 20 anos, próximos a 15% nos últimos 5 anos, com alertas sobre períodos de queda.

Objetivo 3: renda

  • Renda é associada a renda fixa, especialmente corporate bonds high yield.
  • Exemplos de emissores incluem Ford, Occidental Petroleum, Warner Bros Discovery e Carnival.
  • ETFs de alto rendimento citados com maior captação: HYG (iShares), JNK (SPDR), SPHY (SPDR Portfolio).

Quadro resumido

  • Crescimento: ETFs temáticos
  • Crescimento constante: ETFs do S&P 500
  • Renda: ETFs de bonds high yield

A recomendação prática para quem está começando envolve buscar ETFs que gerem rendimentos médios de cerca de 5,5% a 6% ao ano, incluindo HYG, JNK e SPHY. A volatilidade histórica de cada opção é apontada para contextualizar o risco.

Distribuição de recursos por idade

  • Não há fórmula fixa, mas a ideia é alocar mais rendimento na fase mais avançada da vida e mais crescimento quando jovem.
  • Um exemplo de distribuição é 90% renda, 7% crescimento constante e 3% para crescimento do patrimônio; para quem tem 30 anos, 40% em crescimento, 30% nos demais objetivos pode ser adequado.
  • A orientação geral é manter a carteira conservadora conforme a idade aumenta, com ajustes voluntários conforme o perfil do investidor.

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