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Campo Largo, no Paraná, é reconhecida como Capital Nacional da Louça

Campo Largo é reconhecida como Capital Nacional da Louça; setor responde por setenta e cinco por cento da produção, gera vinte mil empregos e movimenta R$ 1,2 bilhão por ano

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  • Campo Largo, no Paraná, foi reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça pela Lei 15.453, de 2026, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União em 2 de julho de 2026.
  • O marco teve origem no Projeto de Lei 2.896/2024, do deputado Paulo Litro, que o aponta como principal polo brasileiro de louças profissionais; a cidade já havia ganho, em 2010, o título estadual de Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.
  • No Senado, o projeto obteve parecer favorável de Flávio Arns (PSB-PR) e foi aprovado pelo Plenário em junho de 2026.
  • Segundo o senador, Campo Largo responde por cerca de 75% da produção nacional de louças para hotelaria e gastronomia, gerando aproximadamente 20 mil empregos diretos e indiretos, com movimentação superior a R$ 1,2 bilhão por ano.
  • A proposição destaca ainda as exportações para cerca de 40 países e relaciona a homenagem à tradição ceramista da cidade, presente em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

O município de Campo Largo, no Paraná, foi oficialmente reconhecido como a Capital Nacional da Louça. A homenagem ocorreu por meio da Lei 15.453, de 2026, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 2 de julho.

A origem do reconhecimento está no PL 2.896/2024, proposto pelo deputado federal Paulo Litro (União-PR). Ele destacou que Campo Largo é o principal polo brasileiro de louças profissionais e lembrou que a cidade já havia sido declarada, em 2010, como Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná, pela legislação estadual.

No Senado, o projeto recebeu parecer favorável do senador Flávio Arns (PSB-PR). A proposta foi aprovada pelo Plenário da Casa em junho, consolidando o título em âmbito nacional.

Segundo Arns, Campo Largo responde por cerca de 75% da produção nacional de louças para hotelaria e gastronomia. A atividade gera aproximadamente 20 mil empregos diretos e indiretos, movimenta mais de R$ 1,2 bilhão por ano e envolve exportações para cerca de 40 países.

Parlamentares que apoiaram o reconhecimento destacaram a tradição ceramista da cidade, refletida em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

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