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Lula 3 chega e lucro das estatais cai; prejuízo quase R$ 6 bi até abril

Lula 3 chegou e o lucro das estatais evaporou; prejuízo já soma quase R$ 6 bilhões até abril deste ano

Cavalo de pau mostra que, sem empenho do controlador, a União, a nova governança não é suficiente para blindar as empresas como os Correios
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  • A Lei das Estatais (Lei 13.303) completou dez anos em 30 de junho, com o objetivo de despolitizar a gestão de empresas de controle público.
  • Na prática, especialmente nos governos do PT, houve indicações de cunho político e intervenções fora do objeto social das empresas.
  • A intervenção em preços de energia durante o governo Dilma Rousseff ajudou a fragilizar empresas como Eletrobras e Petrobras, alimentando decisões de investimento ruins.
  • Desde 2016, os resultados começaram a melhorar e, até 2022, houve superávit em algumas estatais.
  • Com o governo Lula 3, houve reversão: em três anos houve prejuízo de aproximadamente R$ 6,3 bilhões; até abril de 2026 o prejuízo já chega a quase R$ 6 bilhões.

A Lei 13.303, conhecida como a Lei das Estatais, completou dez anos em 30 de junho. O objetivo era despolitizar a gestão de empresas de controle público. Contudo, no governo petista, indicações de cunho político passaram a ocorrer com maior frequência.

Críticos afirmam que houve confusão entre interesse público e interesses partidários, com intervenções fora do objeto social. Exemplos citados incluem intervenções em preços e investimentos em áreas relevantes para a estratégia das companhias.

Situação financeira das estatais

A reportagem aponta que, com a gestão de Lula 3, os resultados se deterioraram. Em três anos de governo, o déficit agregado chegou a cerca de 6,3 bilhões de reais. Até abril deste ano, o déficit registrado já beira os 6 bilhões de reais.

Entre os fatores apontados estão mudanças na governança e a percepção de que apenas alterar a estrutura não basta para blindar as estatais. A falta de responsabilização de agentes públicos é citada como ponto de vulnerabilidade.

Mudanças propostas e contexto histórico

A Lei 13.303 foi implementada sob o governo Dilma, com regras para cargos de administração e a restrição de influência de partidos e entidades sindicais. Desde 2016, o desempenho das estatais passou a reagir às mudanças, com superávits até 2022 em alguns casos.

O texto também traz sugestões de aprimoramento. Entre elas, tornar obrigatória a busca pelo interesse exclusivo da companhia e ampliar a aplicação de improbidade administrativa a atos praticados por administradores.

Observações finais e desdobramentos

Especialistas apontam a necessidade de reforçar a responsabilização de agentes públicos pela má gestão. A reportagem destaca a importância de manter o foco no interesse da empresa, independentemente do cargo ocupado.

O histórico da Lei das Estatais é marcado por avanços legais e por pressões políticas. O tema permanece em debate, com impactos sobre a confiabilidade das ações e o papel do Estado na condução dessas empresas.

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