- O acordo Mercosul-Japão pode beneficiar quase 20% das exportações brasileiras, segundo a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
- O impacto positivo deve atuar principalmente sobre alimentos e bebidas, ferroligas e alumínio bruto.
- O destaque é o papel da indústria de Minas Gerais na avaliação sobre os ganhos com o acordo.
- A análise aponta vantagens para setores exportadores do estado dentro do contexto do acordo com o Japão.
Acordo Mercosul-Japão pode beneficiar quase 20% das exportações brasileiras, conforme a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). A projeção aponta impactos positivos para setores como alimentos e bebidas, ferroligas e alumínio bruto.
Segundo a Fiemg, os ganhos ocorreriam com a abertura de tarifas e a ampliação do acesso a mercados, fortalecendo a participação de produtos industriais brasileiros no comércio com o Japão. O conteúdo é baseado em avaliação da entidade.
O estudo destaca que Minas Gerais deve concentrar-se, principalmente, em itens de maior representatividade no acordo, como componentes para indústria alimentícia e metalurgia. A repercussão envolve empresas locais que exportam para o Japão.
Não foram divulgadas datas de implementação nem detalhes operacionais específicos. As fontes indicam, porém, que o impacto positivo depende da efetivação plena das condições do acordo entre Mercosul e Japão.
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