- Trump disse que Kevin Warsh enfrenta um conselho hostil no Fomc e que iniciará um processo para remover a diretora Lisa Cook do Fed.
- A Suprema Corte manteve Lisa Cook no cargo enquanto ela enfrenta acusações de suposta fraude hipotecária, provocando debate sobre a independência do BC.
- Em 25 de setembro, ex-dirigentes do Fed e do Tesouro alertaram para riscos de destituição de Cook.
- Entre os signatários estavam ex-presidentes do Fed e ex-secretários do Tesouro, como Ben Bernanke, Alan Greenspan, Henry Paulson, Robert Rubin, Lawrence Summers, Timothy Geithner e Janet Yellen.
- Trump também afirmou que a economia dos EUA está nos anos dourados, com potencial de crescimento acima de 4% e até 12% a 13%, além de recuperação de empregos e indústria.
O presidente Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que Kevin Warsh enfrenta um conselho do Fed visto como hostil e que abrirá um processo administrativo para destituir a diretora Lisa Cook do colegiado. A declaração foi dada durante entrevista à CNBC. O episódio ocorre após a Suprema Corte manter Cook no cargo, em meio a acusações de possível fraude hipotecária vindas do governo.
Trump disse ainda que o Fomc, órgão que define as taxas, pode estar agindo contra a indicação de Warsh e contra medidas que, segundo ele, seriam do interesse do governo. A fala vem em um momento de tensão institucional entre a Casa Branca e o banco central.
Em 25 de setembro, ex-dirigentes do Fed e do Tesouro enviaram à Suprema Corte um documento alertando sobre riscos à independência do Fed caso Cook seja removida. Entre os signatários estavam Ben Bernanke, Alan Greenspan e Janet Yellen, além de outros ex-titulares de órgãos econômicos.
Contexto recente sobre Lisa Cook e o Fed
A decisão da Suprema Corte, no início da semana, manteve Cook no cargo enquanto o pleito é analisado. O grupo de ex-líderes argumentou que a destituição poderia erodir a confiança pública na instituição e prejudicar a condução da política monetária.
Perspectivas sobre a trajetória econômica
Trump afirmou que a economia americana está em “anos dourados”, com potencial de crescimento acima de 4% e sinais de expansão na construção de fábricas e no emprego. O presidente não apresentou dados oficiais para sustentar a afirmação no momento.
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