Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Amazon usa IA, logística e eletrificação para reduzir emissões nas entregas

Amazon reduz emissões com IA, rotas otimizadas e frota elétrica; aproxima centros de distribuição dos clientes e acelera descarbonização

Crescimento do e-commerce desde a pandemia pressiona emissões, e Amazon aposta em rotas otimizadas e frota elétrica para conter impacto (Leandro Fonseca/Exame)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Amazon afirma que aproximar centros logísticos dos clientes reduz distâncias percorridas e emissões; são mais de 300 centros no Brasil, e este ano houve fechamento de mais unidades, com cerca de três aberturas por semana.
  • Emissões globais de transporte e entrega chegaram a 14,88 milhões de toneladas de CO2e, com queda de 7% por unidade em relação a 2024 e 39% frente a 2019.
  • A estratégia envolve quatro frentes: eficiência operacional, alternativas de menor carbono, energia renovável e apoio a políticas e tecnologias de descarbonização em escala.
  • A frota elétrica cresce: mais de 50 mil vans elétricas globalmente, além de bicicletas e motos elétricas; no Brasil, parceria com To Do Green abrange 194 cidades de São Paulo e Minas Gerais, com 32 estações de entrega.
  • Investimentos e inovações incluem uso de rotas otimizadas por inteligência artificial, testes com combustíveis de menor emissão (SAF, diesel renovável, gás natural renovável, biodiesel, hidrogênio) e acordos como o MoU com a Petrobras para avanços no Brasil; projetos como Laneshift visam infraestrutura para veículos elétricos e caminhões.

A Amazon está adotando IA, logística e eletrificação para reduzir as emissões geradas pelas entregas, seis anos após o pico de vendas online durante a pandemia. O objetivo é manter o crescimento das vendas sem ampliar o peso ambiental das operações.

No Brasil, a empresa aponta que proximidade com o cliente é a principal alavanca para diminuir o carbono, já que центрос logísticos mais próximos reduzem distâncias percorridas e emissões por entrega. A executiva Saori Yano descreveu o conceito à EXAME.

No último ano, as emissões totais de transporte da Amazon atingiram 14,88 milhões de toneladas de CO2e globalmente, com queda de 7% por unidade em relação a 2024 e queda de 39% frente a 2019, sinalizando avanço nos objetivos de ESG.

Estrutura logística e foco estratégico

A gigante afirma operar com mais de 300 centros logísticos no Brasil, distribuídos por todos os estados, o que reduz distâncias de entrega. O ritmo de abertura de unidades globais foi triplicado neste ano, com cerca de três novas unidades por semana.

A estratégia envolve quatro frentes: eficiência operacional, alternativas de menor carbono, energia renovável e apoio a políticas e tecnologias de descarbonização em escala. A IA opera para otimizar rotas dentro das cidades, reduzindo quilômetros percorridos.

Frota elétrica e parcerias locais

A Amazon concentra mais de 50 mil vans elétricas globalmente, além de bicicletas e motos para áreas urbanas densas. No Brasil, a parceria com a To Do Green realiza entregas com veículos de emissão zero em 194 cidades de SP e MG, com 32 estações de entrega.

Em 2023, a empresa investiu US$ 10 milhões no Laneshift, projeto que busca eliminar emissões ao redesenhar veículos médios e pesados e suas rotas. A iniciativa já aponta para infraestrutura de veículos elétricos em cidades da América Latina, incluindo Curitiba e Rio de Janeiro.

A empresa também amplia o uso de combustíveis com menor emissão para todos os modais de transporte, testando SAF, diesel renovável, gás natural renovável, biodiesel e hidrogênio. No Brasil, pesquisas envolvem biometano de aterro sanitário e acordos com a Petrobras para desenvolver soluções de menor carbono nas atividades logísticas.

Desafios e perspectivas

Segundo a liderança da área, a expansão da frota sustentável depende de infraestrutura de recarga, diversidade de modais e adaptação às realidades regionais do país, como comunidades ribeirinhas na Amazônia e áreas urbanas em grandes centros.

Apesar dos obstáculos, a executiva aponta avanços significativos na velocidade de expansão da rede, na adoção de veículos elétricos e no uso de energia renovável, apontando para a viabilidade de crescer de forma responsável.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais