- Casal Marcos Jader e Marília Portugal criou a Reativare em 2017, em Itabuna (BA), uma academia terapêutica voltada a idosos e pessoas com doenças crônicas.
- A rede chegou a quatro unidades, com mais de mil alunos ativos e faturamento de cerca de R$ 2 milhões em 2025, com expectativa de R$ 3,5 milhões em 2026.
- A pandemia interrompeu o crescimento, reduzindo para 17 alunos na retomada; a partir de 2022 houve recuperação e, em 2023, iniciou-se o formato de franquias.
- Atualmente, há unidades em Itabuna, Feira de Santana (BA), Itumbiara (GO) e Uberlândia (MG), com 15 a 20 candidatos a franqueados em negociação e meta de 10 a 15 novos contratos até dezembro.
- São dois modelos de unidade: compacto (cidades de 50 mil a 100 mil habitantes, a partir de R$ 195 mil) e Gym (acima de 100 mil, em torno de R$ 300 mil); ticket médio de R$ 400, com 85% a 90% dos clientes sendo idosos.
A Reativare, academia terapêutica voltada a idosos e pessoas com condições crônicas, ampliou seu funcionamento após enfrentar a queda de alunos durante a pandemia. O casal fundou o negócio em Itabuna, Bahia, em 2017, e hoje a rede fatura cerca de R$ 2 milhões, com perspectiva de chegar a R$ 3,5 milhões em 2026.
Marcos Jader, fisioterapeuta, e Marília Portugal, administradora e enfermeira, criaram a unidade para oferecer musculação terapêutica, exercícios funcionais, estímulo cognitivo e acompanhamento nutricional. Eles identificaram a necessidade de um modelo específico para o público idoso, diferente das academias tradicionais.
O modelo de negócios passou por adaptacões após o impacto da pandemia, que reduziu o quadro para 17 alunos. A retomada ocorreu a partir de 2022, com crescimento no próprio espaço e expansão para novas unidades através de franquias, com apoio do Sebrae e consultoria especializada.
Expansão e modelo de franquia
Em 2023, a demanda por unidades fora da Bahia levou à formalização como franquia. As primeiras franquias abriram em 2024, hoje com unidades em Itabuna (BA, matriz), Feira de Santana (BA), Itumbiara (GO) e Uberlândia (MG). Cerca de 15 a 20 candidatos estão na fila para abertura, com meta de 10 a 15 contratos até dezembro.
A rede oferece dois formatos: o modelo compacto, para cidades de 50 mil a 100 mil habitantes, com investimento a partir de R$ 195 mil; e o Gym, para cidades acima de 100 mil, com investimento de cerca de R$ 300 mil. Ambos não incluem aluguel ou reformas civis.
O payback médio fica entre 18 e 24 meses, com equilíbrio entre quatro e cinco meses, graças a ações de marketing digital iniciadas antes da inauguração. O tíquete médio é de R$ 400, e de 85% a 90% dos clientes são idosos.
Perfil dos clientes e metas de crescimento
O público-alvo corresponde principalmente a idosos, mas também abrange pacientes com fibromialgia, Parkinson, Alzheimer e autismo, além de obesos em tratamento com GLP-1. A rede busca ambientes de treino com acompanhamento próximo para essas condições.
A dupla mantém a gestão compartilhada: Marília cuida de finanças, administração e expansão; Marcos comanda operação, inovação e marketing. Hoje a empresa emprega mais de 40 pessoas entre matriz, franquias e equipes de expansão.
A projeção da dupla é chegar a 20 unidades na primeira fase de crescimento, 50 no ciclo seguinte e cerca de 100 em cinco anos, com foco no Nordeste, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro.
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