- O aumento de preços de eletrônicos de consumo continua, com a Apple anunciando elevação de preços de MacBooks e iPads em junho.
- Em agosto, consoles Xbox também ficarão mais caros, seguindo já subidas de PlayStation 5 Pro e de custos de envio influenciados pelo petróleo.
- a principal razão é a escassez de memória, causada pela priorização de chips para data centers de IA, o que eleva custos para fabricantes.
- especialistas alertam que a situação pode não ter fim breve, e manter o monitoramento de novos aumentos nos próximos meses.
- o mercado de usados e recondicionados ganha espaço, com aumento de demanda e valores de smartphones usados acima de dezembro de 2025, conforme tornaram-se opções mais viáveis para quem busca economia.
A indústria de eletrônicos de consumo segue com alta de preços, impulsionada pela escassez de memória e pela demanda ligada a centros de dados de IA. MacBooks, iPads e consoles ganham valor, agravando o custo para quem busca itens novos.
Em junho, a Apple anunciou aumento de preços para MacBooks e iPads. A notícia acompanha já reajustes anteriores em consoles como o Xbox, com novas faixas previstas a partir de agosto. O encarecimento chega após tarifas anunciadas no ano anterior.
O fator principal é a persistente escassez de memória, resultado do foco dos fabricantes em chips para data centers de IA. Mesmo com sinais de estabilização em alguns setores, o mercado não sinaliza retorno rápido à normalidade.
Essa realidade leva fabricantes a repassar custos aos consumidores, segundo analistas do setor. A orientação de especialistas é considerar opções como produtos recondicionados ou usados, caso a necessidade seja imediata.
O papel do mercado de segunda mão
O mercado de refurbished tem ganhado espaço como alternativa. Compras de dispositivos recondicionados costumam oferecer condições mais atraentes financeiramente e, em geral, menor impacto ambiental.
Dados de mercados de recommerce indicam que smartphones usados estão sendo vendidos por margens mais altas do que no fim de 2025. A tendência sugere inflação contínua nos preços de itens usados, ainda que com desvios ao longo do tempo.
Perspectivas para o consumidor
Analistas apontam que o ajuste de preços deve continuar, dependendo da evolução da oferta de memória e da demanda por dispositivos com IA. A recomendação é monitorar promoções e planejar aquisições com cautela.
Programas de revenda e troca de fabricantes também aparecem como vias para reduzir o custo total de posse. Empresas de comércio de usados reforçam que títulos de segunda mão podem manter valor por mais tempo.
Conclusão prática
Quem precisa de equipamento novo pode encontrar, ainda, limites de preço mais estáveis em certos itens. Já quem pode optar por usados ou recondicionados pode aproveitar o recuo relativo da depredação de valores, ainda que haja variação entre modelos.
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