- Governo quer definir a alíquota do Imposto Seletivo em 2027, com transição suave para evitar atritos políticos.
- A estratégia é manter, no primeiro ano, o nível da carga tributária atual.
- A discussão sobre alíquotas progressivas fica para 2028, com adoção a partir desse ano.
- A decisão leva em conta o calendário eleitoral e o risco de guerra política.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que, na prática, a carga tributária do IPI será mantida no Imposto Seletivo.
O governo informou hoje a estratégia para o Imposto Seletivo (IS) em 2027. O objetivo é uma transição suave, diante do calendário eleitoral e do risco de uma guerra política, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Durigan explicou que a ideia é manter, no 1º ano, o nível de carga tributária próximo ao existente hoje. A medida visa evitar mudanças abruptas que possam gerar atrito político.
Em 2028, o governo pretende abrir o debate sobre alíquotas progressivas do IS. A definição das alíquotas ficaria para o próximo ano, com adoção apenas a partir de 2028, conforme o ministro.
A estratégia foi apresentada como forma de assegurar estabilidade macroeconômica durante a transição. Durigan ressalta que a manutenção atual reduz impactos para contribuintes e setores produtivos.
Planejamento de transição
A proposta mantém a referência do IPI no IS, mantendo critérios de tributação já conhecidos. O objetivo é evitar mudanças abruptas que possam desorganizar o planejamento de empresas e consumidores.
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