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O Ibovespa fechou aos 174.247,45 pontos, alta de 0,84%, com máxima de 174.664,34 e mínima de 172.790,39.
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O dólar comercial encerrou em R$ 5,168, queda de 0,76%; atingiu no início do dia a máxima de R$ 5,200 e chegou a R$ 5,166 na sessão.
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O mercado reagiu ao superavit da balança comercial de junho, de US$ 9,8 bilhões, e aos dados da indústria de maio, que caiu 0,2%.
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As exportações brasileiras para os Estados Unidos e para a Argentina apresentaram recuo no primeiro semestre de 2026.
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A valorização do real, com o câmbio abaixo de R$ 5,20, pode reduzir pressões inflacionárias ao menor custo de importados, mas pode impactar a competitividade de exportações.
O Ibovespa fechou a sessão desta sexta-feira, 3 de julho de 2026, aos 174.247,45 pontos, com alta de 0,84%. O índice atingiu 174.664,34 pontos na máxima do dia e 172.790,39 pontos na mínima, refletindo o quadro doméstico misto. O dólar comercial caiu para 5,168 reais, recuo de 0,76%, após tocar 5,200 reais durante o pregão e ter mínima de 5,166 reais.
Os investidores repercutiram dados econômicos que chegaram ao mercado na sessão. O saldo da balança comercial de junho ficou o superavit de US$ 9,8 bilhões, influenciando expectativas sobre a demanda externa e o fluxo de câmbio. Em paralelo, a produção industrial de maio caiu 0,2%, interrompendo uma sequência de quatro altas consecutivas.
Desdobramentos econômicos
A queda do dólar abaixo de 5,20 reais sinaliza um fortalecimento do real, o que pode aliviar pressões inflacionárias ao reduzir o custo de importados. Por outro lado, uma moeda mais valorizada tende a reduzir a competitividade das exportações brasileiras e pode impactar a receita em reais de empresas voltadas ao exterior. Dados de exportação para Estados Unidos e Argentina, no primeiro semestre de 2026, também mostraram recuos, contribuindo para o cenário de incerteza sobre a atividade externa.
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