- Moura Dubeux vai à Justiça para contestar o leilão do terreno do Cassino Americano, um dos mais caros do Recife.
- O terreno faz parte da recuperação judicial do Grupo João Santos.
- A empresa acusa favorecimento à oferta vitoriosa, 43 milhões de reais menor que a oferta da Moura Dubeux, de 318 milhões de reais.
- A estratégia é levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça, buscando decisões isentas.
- A Moura Dubeux também acionará o Conselho Nacional de Justiça para pedir a destituição do juiz, com levantamento técnico que aponta tratamento desigual entre credores e favorecimento oculto à proposta rival.
A Moura Dubeux, maior incorporadora do Nordeste, vai entrar com uma ação judicial para conquistar o terreno conhecido como Cassino Americano, no Recife. O terreno é parte do processo de recuperação judicial do Grupo João Santos e foi levado a leilão.
A empresa contesta a oferta recebida, alegando que houve favorecimento a uma proposta 43 milhões de reais menor que a sua, de 318 milhões. A Moura Dubeux afirma que a diferença compromete a competitividade do processo.
Diante disso, a construtora decidiu levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça, buscando decisões isentas. Além disso, acionará o Conselho Nacional de Justiça para pedir a destituição do juiz responsável, citando indicativos de tratamento desigual entre credores e favorecimento oculto à proposta rival.
Ações judiciais e pedidos
A Moura Dubeux sustenta que o leilão não refletiu as condições do mercado e que houve viés em favor da outra proposta. A empresa também aponta falhas no andamento do processo de recuperação judicial do Grupo João Santos.
Fontes envolvidas com o caso afirmam que a disputa envolve o terreno mais valioso do Recife e que o desfecho pode alterar o ritmo de investimentos na região. Não houve confirmação oficial sobre prazos para decisões dos tribunais.
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