- O Ministério da Fazenda divulgou balanço do Plano de Transformação Ecológica, anunciando que foram mobilizados R$ 140 bilhões desde 2023 via Eco Invest Brasil, em quatro leilões.
- Implementação inclui as primeiras captações de títulos soberanos sustentáveis, totalizando R$ 5,5 bilhões.
- Emissões de debêntures no período 2023–2026 somam R$ 396 bilhões.
- O programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão prevê R$ 18,3 bilhões em créditos fiscais entre 2028 e 2032.
- Projeções de curto prazo para 2025–2030 apontam PIB em até 3,02% no cenário base (variação de 2,38% para 3,02%), ou até 1,83% no cenário pessimista (de 1,19%). Os efeitos são mais evidentes entre 10 e 15 anos.
O Ministério da Fazenda divulgou, nesta sexta-feira, 3 de julho, um balanço do Plano de Transformação Ecológica (PTE). A gestão aponta que, desde 2023, foram mobilizados R$ 140 bilhões por meio do Eco Invest Brasil. A iniciativa visa estimular o crescimento econômico com foco sustentável.
O conjunto de ações envolve captações públicas e privadas, com quatro leilões realizados dentro do Eco Invest Brasil. Também foram anunciadas as primeiras captações de títulos soberanos sustentáveis, somando R$ 5,5 bilhões. Além disso, houve registro de debêntures de R$ 396 bilhões entre 2023 e 2026.
A Fazenda destacou ainda itens ligados ao PTE: créditos fiscais estimados em R$ 18,3 bilhões para o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão, entre 2028 e 2032. Um estudo divulgado pela própria pasta prevê impacto gradual na economia, com efeitos relevantes entre 10 e 15 anos.
Projeções econômicas
Entre as projeções de curto prazo para 2025-2030, o PIB médio pode passar de 2,38% no cenário base para até 3,02% com o PTE, um aumento de até 27%. Em cenário pessimista, o crescimento salta de 1,19% para até 1,83%, (+53%).
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