- Pergunta: investiu R$ 10 mil em fundo DI e, ao checar o saldo, vê dois valores: total e disponível para resgate; a diferença já chegou a R$ 39.
- Explicação: a diferença ocorre por causa do imposto de renda sobre os rendimentos; bancos informam o valor total sem IR e o valor disponível já com os impostos.
- Regras do IR: sacando após dois anos há imposto de 15% sobre os rendimentos; sacando antes de seis meses é de 22,5%; prazoss intermediários ficam em 17,5% ou 20%.
- Observação: aplicações de renda fixa costumam ter IR, mas LCIs e LCAs são isentas; porém costumam pagar menos e há carência para resgate.
- Conclusão: é comum ver os dois valores; ao avaliar a rentabilidade, leve em conta o IR no resgate.
O extrato de um fundo DI pode mostrar dois valores: o total aplicado e o valor disponível para resgate. A diferença entre eles aparece por conta do imposto de renda incidente sobre os rendimentos da aplicação.
Segundo a explicação, o imposto é definido pelo tempo em que o investidor deixa o dinheiro aplicado. Saques em até seis meses costumam ter alíquos mais altos, chegando a 22,5%, enquanto prazos superiores reduzem a alíquota. Em casos de resgate após dois anos, a alíquota pode ser de 15%.
Os bancos costumam informar o valor total investido sem descontar o IR e, também, o valor disponível para resgate já com o imposto incluído. Por isso aparecem dois valores no extrato. Aplicações como LCIs e LCAs são isentas de IR, mas normalmente oferecem retorno menor.
Para quem busca renda fixa com menos tributação, é preciso comparar rendimento líquido e o prazo de carência. O IR incide apenas sobre os rendimentos, não sobre o valor principal. Assim, o que é visto no extrato depende do tipo de aplicação e do tempo até o saque.
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