- A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, com 48 seleções e 104 partidas, estabelecendo recorde de receitas.
- A FIFA projeta faturar cerca de US$ 9 bilhões, impulsionada pelo crescimento de receitas com publicidade e formatos de transmissão.
- O mercado publicitário acompanha mudanças no comportamento dos consumidores, elevando a atenção como ativo disputado pelas plataformas de marketing.
- Investidores podem acessar oportunidades por meio de empresas de streaming, mídia, tecnologia e consumo, incluindo quem está listado na bolsa ou por meio de BDRs.
- Empresas como Disney, Alphabet e Meta podem se beneficiar do aumento da audiência e dos investimentos em publicidade durante a Copa.
A Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, é marcada pelo recorde de receitas e pela ampliação de formatos de transmissão. A competição reúne 48 seleções e 104 partidas, elevando o faturamento esperado para o evento.
A FIFA projeta receitas próximas de US$ 9 bilhões, impulsionadas principalmente pela publicidade e por novos formatos de transmissão. O mercado de anúncios acompanha as mudanças no comportamento do consumidor, com maior busca por plataformas que concentram atenção.
Segundo especialistas, a atenção do público passou a ser o ativo mais disputado pelas empresas. Plataformas de streaming, mídia, tecnologia e marcas de consumo devem ganhar participação na temporada, beneficiadas pela audiência gerada pela Copa.
A observação de que plataformas de marketing funcionam como plataformas de audiência reforça a tendência de investimento nessas áreas. Investidores brasileiros podem acessar esse ecossistema por meio de BDRs e ações listadas no exterior, segundo analistas.
Entre as companhias citadas como potenciais beneficiadas estão Disney, Alphabet (Google), Meta e empresas de consumo. Elas integram o ecossistema que deve captar parte do aumento da audiência e da publicidade durante o torneio.
Especificidades do ecossistema e oportunidades de investimento
O debate sobre monetização não se limita à transmissão. Novos formatos de conteúdo e formatos de publicidade devem ampliar o alcance de marcas associadas ao evento, ampliando as oportunidades para investidores e plataformas digitais.
A cobertura e a distribuição da Copa atraem atenção de investidores institucionais, com foco em empresas que integrem ecossistemas de mídia, tecnologia e entretenimento. O equilíbrio entre audiência e investimento publicitário permanece central.
Programa Resenha do Dinheiro
O programa Resenha do Dinheiro, apoiado pela B3 e pela BlackRock, aborda educação financeira de forma acessível. Apresentado por Thiago Godoy e Marilia Fontes, ele traz análises sobre economia e investimentos em formato de conversa. O conteúdo passa semanalmente no CNN Money e na CNN Brasil.
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