- Conta “Trump accounts” abre para crianças nascidas entre janeiro de dois mil e quinze e dezembro de dois mil e vinte e oito, com cem dólares de presente do governo para cada nascimento.
- Pais podem depositar até cinco mil dólares por ano, com o dinheiro gerido por grandes firmas de Wall Street e investido em fundos que acompanham índices, inicialmente em um fundo gerido pelo State Street que acompanha o S&P 500.
- A iniciativa faz parte da política doméstica assinada pelo ex-presidente e é vinculada à celebração da independência e à marca Trump; o IRS orienta o uso do formulário quatro cinco quatro sete para abrir as contas.
- Outros gestores de fundos, como BlackRock e Vanguard, ficarão disponíveis posteriormente, com Bank of New York Mellon e Robinhood desenvolvendo um app de gestão das contas.
- Doações de bilionários, incluindo Michael e Susan Dell e Ray Dalio, financiariam supplementos para crianças de áreas de baixa renda; parlamentares republicanos defendem a medida como benefício fiscal, apesar de pesquisas recentes indicarem desaprovação popular sobre a condução da economia.
O programa chamado “Trump accounts” entra em operação neste sábado, oferecendo aos pais americanos uma forma de poupar para os filhos com investimentos em fundos de grandes empresas de Wall Street. As contas foram autorizadas pelos Republicanos no Congresso.
Serão abertas para crianças nascidas entre janeiro de 2025 e dezembro de 2028, cobrindo quase todo o segundo mandato de Donald Trump. O governo depositará automaticamente 1.000 dólares em cada conta ao nascer.
Os pais podem depositar até 5.000 dólares por ano por criança, com contribuições de terceiros também permitidas. A supervisão fica a cargo dos pais ou responsáveis até que a criança complete 18 anos.
Detalhes do funcionamento
Os recursos devem ser investidos em fundos que acompanham índices de Wall Street. Inicialmente, todos os depósitos vão para um fundo gerido pelo State Street, que replica o S&P 500.
Futuros fundos disponíveis, incluindo gestão pela BlackRock e pela Vanguard, serão lançados posteriormente. O Tesouro dos EUA informou a expansão gradual das opções de investimento.
Contexto político e econômico
O programa foi criado pela chamada One Big Beautiful Bill Act, aprovada no ano passado pelos Republicanos. A proposta é associada à agenda de Trump durante a atual corrida eleitoral.
A iniciativa visa fotografar uma resposta econômica a eleitores preocupados com o desempenho da economia. Pesquisas recentes mostram queda de aprovação de Trump entre votantes que avaliam mal a economia.
Apoio público e controvérsia
Doadores ricos contribuíram para ampliar o alcance do programa, incluindo a família Dell e Ray Dalio, que apoiaram iniciativas voltadas a crianças de áreas de baixa renda. As doações visam ampliar o benefício para diferentes estados.
As contas destinam-se a uso amplo, como educação superior, compra de casa ou abertura de negócio, ao atingir a maioridade. As regras permitem flexibilidade na aplicação dos recursos ao longo do tempo.
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