- Bajaj encerrou o primeiro semestre de 2026 com 17.996 motos emplacadas no Brasil, alta de 55% em relação ao mesmo período de 2025, totalizando 61.931 unidades desde a estreia no país.
- A produção em Manaus atingiu 20.235 motocicletas no 1S, avanço de 45% frente aoJan-Jun de 2025; fábrica opera no sistema CKD e tem capacidade anual de 48 mil unidades.
- Março foi o melhor mês da história da empresa no Brasil, com 3.350 motocicletas registradas; em abril, a marca passou a integrar o grupo das cinco maiores vendedoras do país.
- A rede de distribuição já reúne 74 concessionárias em todas as regiões do Brasil.
- Entre os modelos, Dominar 400 e Dominar NS400Z somaram 7.130 unidades no semestre; Pulsar N150 registrou 4.248; Dominar NS160, 2.664; NS200, 2.186; Dominar 250, 1.768.
A Bajaj encerrou o primeiro semestre de 2026 com 17.996 motocicletas emplacadas no Brasil, alta de 55% ante o mesmo período de 2025, que teve 11.629 unidades. O desempenho aponta expansão impulsionada pela produção local e pela ampliação da rede de concessionárias.
A produção na fábrica de Manaus, no Amazonas, atingiu 20.235 motos entre janeiro e junho, 45% acima do registrado no primeiro semestre de 2025 (13.905). O complexo opera no regime CKD, com montagem local de veículos chegados desmontados.
Desde o início das operações comerciais no Brasil, em dezembro de 2022, a marca soma 61.931 motos emplacadas. A rede de distribuição já reúne 74 concessionárias distribuídas pelas cinco regiões do país.
O desempenho é alimentado pela família Dominar, com destaque para as versões 400 cilindradas. Dominar 400 e Dominar NS400Z somaram 7.130 unidades no semestre, alta de 35% em relação a 2025. Pulsar N150 teve 4.248 emplacamentos.
A linha intermediária também teve participação relevante, com Dominar NS160 em 2.664 unidades ( +21%), Dominar NS200 com 2.186 motos e Dominar 250, 1.768 exemplares. O conjunto reforça o mix do portfólio.
A estratégia brasileira difere de outros países da região: a Bajaj atua com subsidiária própria e planta local, em vez de depender de importadores. A montagem local sustenta o crescimento da rede comercial, principalmente fora do Sudeste.
O avanço ocorre em um momento de expansão do mercado de motocicletas no Brasil, com demanda associada a entregas por apps, custo operacional menor e maior mobilidade individual. Fabricantes asiáticas disputam espaço com marcas estabelecidas.
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