- Pesquisa PwC Brasil aponta que 78% dos CEOs do agronegócio pretendem investir na integração de soluções de IA com plataformas tecnológicas nos próximos 12 meses, acima da média nacional de 69%.
- A IA é usada para gestão operacional, análise preditiva e melhoria da produtividade em diferentes etapas da cadeia produtiva.
- Henrique Galvani, CEO da Arara Seed, afirma que a IA transforma a gestão de recursos no campo e ajuda a enfrentar mudanças climáticas com mais sustentabilidade.
- Entre as aplicações estão monitoramento por drones com análise preditiva, recomendação de fertilizantes pela análise de solo e previsão de colheita com dados climáticos e fenológicos.
- Plataformas de climate intelligence e IA generativa ganham espaço para simular cenários, planejar logística, precificação de commodities e acelerar o desenvolvimento de sementes e bioinsumos.
O uso de inteligência artificial IA no agronegócio passa a integrar a estratégia de competitividade do setor no Brasil. As aplicações vão desde a gestão operacional até a análise preditiva na cadeia produtiva.
Uma pesquisa da PwC Brasil, intitulada A Reinvenção do Agronegócio Brasileiro, mostra que 78% dos CEOs do setor pretendem investir em soluções de IA nos próximos 12 meses. O índice supera a média de 69% de outros setores.
Segundo especialistas, a IA já envolve monitoramento por drones com análises preditivas, orientação automática de fertilizantes a partir do solo e previsões de colheita com base em dados climáticos. Tais uso ampliam a gestão de recursos naturais.
A tecnologia também avança em plataformas de climate intelligence, que ajudam produtores a antecipar riscos climáticos e tomar decisões com dados. Além disso, a IA generativa começa a simular cenários de produção, precificação e logística.
Para o setor, a IA representa uma transformação na governança agrícola, não apenas na automação de tarefas. A adoção busca aumentar a resiliência diante de mudanças climáticas e fortalecer a sustentabilidade da produção.
A PwC ressalta que o movimento é observado entre CEOs de grandes empresas e cooperativas, sinalizando tendência de longo prazo para o setor no país. A implementação envolve dados, infraestrutura e capacitação de equipes.
Essa transformação já é vista como parte da estratégia de competitividade do agronegócio brasileiro, com foco em ganhos de eficiência, planejamento logístico e inovação em sementes e bioinsumos.
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