- O economista Srour afirma que, se o Banco Central mira a inflação na meta, não há espaço para cortes adicionais na taxa Selic.
- Segundo ele, ainda há sinais de que a autoridade monetária está mais preocupada com a atividade econômica do que com a inflação.
- Na última rodada de comunicação, o BC tentou esclarecer ruídos, mas continuou gerando dúvidas sobre a função de reação da política monetária.
- Existe incerteza relevante sobre como o BC reagirá à inflação antes da reunião de junho.
- Srour defende manter a transparência da comunicação que teve desde 2016, evitando retrocesso nesse aspecto.
Em sua última rodada de comunicação, o Banco Central continuou a provocar dúvidas sobre se prioriza a atividade econômica ou a inflação. Mesmo tentando esclarecer parte dos ruídos, a mensagem persiste sobre o foco da política monetária.
O economista citado, Srour, afirma que ainda existem sinais de que a autoridade monetária está mais preocupada com a atividade econômica do que com a inflação. Segundo ele, a função de reação da política monetária permanece incerta, especialmente desde antes da reunião de junho.
Para Srour, é necessário agir. Se o BC de fato mirar a inflação no centro da meta, não haveria espaço para novos cortes na taxa Selic. A leitura é de que manter a comunicação transparente que passou a vigorar desde 2016 seria importante para evitar retrocesso na credibilidade da autoridade.
Entre na conversa da comunidade