- Dólar abriu em alta, cotado a R$ 5,183, após oscilações entre R$ 5,16 e R$ 5,21 na semana anterior.
- A Opep+ decidiu aumentar novamente a produção de petróleo, derrubando o preço do Brent para US$ 72,07 o barril, às 9h.
- No Brasil, o Banco Central atualizou projeções com a pesquisa Focus: expectativa de inflação em 2026 caiu para 5,30%, e a mediana para a Selic permaneceu em 14%.
- O Brent ficou abaixo dos níveis de antes do conflito entre EUA e Irã, refletindo maior oferta global e menor risco geopolítico.
- A B3 fechou a sexta-feira anterior com ganho de 0,74%, em 174.070 pontos, com queda anual frente a máximas de abril e influência de menor fluxo externo.
O dólar abriu em alta frente ao real nesta segunda-feira, cotado a R$ 5,183. A oscilação acontece após a semana passada ter ficado entre R$ 5,17 e R$ 5,21. Fatores externos, como a queda do petróleo, e internos, com projeções do Boletim Focus, influenciam o ânimo dos agentes de câmbio.
A cotação fecha a faixa de R$ 5,16 a R$ 5,21 na sessão anterior, com a possibilidade de elevação dos juros nos EUA contribuindo para a valorização do dólar. O clima global também é apontado como fator de cuidado entre traders.
OPEP e petróleo
A Opep tornou público o aumento de produção de petróleo, envolvendo os sete maiores produtores. A medida pressiona o Brent, que recua para US$ 72,07 o barril às 9h, permanecendo abaixo de patamares anteriores ao conflito no Oriente Médio. A oferta mais ampla reduz riscos geopolíticos.
Perspectivas e câmbio doméstico
No Brasil, o Focus trouxe revisão de estimates para inflação e juros. A mediana para o IPCA de 2026 caiu para 5,30%, e a Selic manteve previsão de 14% para 2026, com previsão de um único corte. O dólar continua operando em patamar próximo de R$ 5,18.
Mercado de ações e cenário corporativo
A bolsa brasileira encerrou a sexta-feira em alta de 0,74%, aos 174.070 pontos, com volatilidade acumulada ao longo da semana. Além disso, gestores de investimentos revelam visões mistas para o Ibovespa em 2026, diante de fatores globais e fiscais.
Empresas em foco
Oncoclínicas analisa renegociação de dívidas com debenturistas em assembleia, envolvendo R$ 1,5 bilhão. Isa energia amplia a lista de bancos para oferta pública de ações de cerca de R$ 650 milhões. BB Investimentos aponta potencial de alta para Pague Menos e RD Saúde, com revisões de preço-alvo.
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