O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que “a política econômica de um país é feita para os seus cidadãos, não para atender o secretário de Estado de um outro país”. Segundo o ministro, o “governo considera as tarifas ilegítimas, pois foram fundadas em argumentos falsos”. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa em […]
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que “a política econômica de um país é feita para os seus cidadãos, não para atender o secretário de Estado de um outro país”. Segundo o ministro, o “governo considera as tarifas ilegítimas, pois foram fundadas em argumentos falsos”. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa em Brasília, nesta quinta-feira (15).
Durigan disse ainda que o governo já tem os “mecanismos de proteção” de empresas e empregos, e que o plano Brasil Soberano vai ser reforçado e ampliado para dar apoio a quem foi afetado pelas tarifas. O ministro também criticou a oposição por usar a medida como “muleta eleitoral” sem considerar os interesses do povo.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu o Pix, dizendo que argumentos contra o meio de pagamento foram apenas uma desculpa para a tarifa. Galípolo disse que o mercado de cartão de crédito cresceu 150% após a implementação do Pix, ocupando o espaço do cheque e do dinheiro físico.
Novas tarifas
A nova tarifa de 25% foi confirmada pelo governo americano na quarta-feira (15) e entra em vigor em 22 de julho. A decisão é resultado de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre supostas práticas desleais adotadas pelo Brasil no comércio internacional.
Entre na conversa da comunidade