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Feminista do século 19 rompe barreiras ensinando ciências a meninas

Nísia Floresta, pioneira feminista, abriu o Colégio Augusto em 1838 para ensinar ciências a meninas, defendendo educação igualitária

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  • Nísia Floresta Brasileira Augusta, nascida em 1810 no Rio Grande do Norte, figura entre as primeiras feministas do Brasil.
  • Em 1838, ela abriu o Colégio Augusto, que ensinava leitura, escrita e costura, além de ciência, história, geografia e línguas; funcionou por dezoito anos.
  • Além de ensinar, publicou livros defendendo o direito das mulheres à educação, afirmando que seriam seres inteligentes e capazes de raciocinar.
  • O segundo episódio especial do Folha na Sala aborda a educadora e faz parte de uma série sobre grandes educadores que impactaram o ensino, com exibição às quintas-feiras.
  • A produção contou com pesquisadores de várias universidades, e a série está disponível em plataformas de podcast e no site da Folha, em parceria com o Itaú Social.

Nísia Floresta Brasileira Augusta, uma das primeiras feministas do Brasil, é tema do segundo episódio especial do Folha na Sala. O episódio acompanha sua atuação no Brasil do século 19, quando a educação era majoritariamente elitista e masculina. A pauta mostra como ela rompeu barreiras ao defender o ensino para mulheres.

Nascida em 1810, no Rio Grande do Norte, Nísia abriu em 1838 o Colégio Augusto. A instituição ensinava leitura, escrita e costura, mas também ciências, história, geografia e línguas. O colégio funcionou por 18 anos, sob a perspectiva de ampliar a formação feminina.

Além da prática educativa, Nísia escreveu obras que defendiam o direito das mulheres à educação. A ideia era revolucionária para a época, segundo a pesquisadora Constância Lima Duarte, da UFMG, que estuda a educadora.

Sobre a série e a produção

Até o fim de julho, o Folha na Sala traz episódios especiais sobre educadores que transformaram o modo de ensinar. A série é produzida pela Folha em parceria com o Itaú Social, com apresentação de Juliana Deodoro e Ricardo Ampudia.

A equipe de produção inclui pesquisadores de História da Educação de diversas instituições, como Ufscar, USP, UFMA, UFSC, UFMG, UECE, UFPR, entre outras. Os episódios ficam disponíveis nas plataformas de podcast e no site da Folha.

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