- Mais de 350 estudantes de nove países participam do evento Juventudes Potentes, que ocorre em São Paulo entre 6 e 8 de outubro.
- O encontro faz parte da Global Opportunity Youth Network (GOYN) e discute a inclusão produtiva da juventude, abordando desafios na educação e no trabalho.
- O evento, realizado no Centro Cultural Olido, busca soluções para desigualdades que afetam os jovens, com meta de incluir 100 mil jovens periféricos na cidade até 2030.
- A CEO da United Way Brasil, Gabriella Bighetti, destacou que políticas educacionais devem ser combinadas com sociais para atender jovens em vulnerabilidade.
- Os participantes discutem injustiças estruturais, a conexão entre educação e trabalho, e o impacto das tecnologias, com a voz dos jovens sendo central nas discussões.
Mais de 350 estudantes de nove países participam do evento Juventudes Potentes, que ocorre em São Paulo entre 6 e 8 de outubro. O encontro faz parte da Global Opportunity Youth Network (GOYN) e discute a inclusão produtiva da juventude, abordando os desafios enfrentados na educação e no trabalho.
O evento, realizado no Centro Cultural Olido, visa encontrar soluções para as desigualdades que afetam os jovens, com foco em cinco eixos centrais. A meta é incluir 100 mil jovens periféricos na cidade até 2030. Durante a abertura, performances de jovens artistas e atividades interativas marcaram o início das discussões.
A CEO da United Way Brasil, Gabriella Bighetti, destacou que as políticas educacionais sozinhas não são suficientes para atender os jovens em vulnerabilidade social. Ela defende a necessidade de combinar políticas educacionais com sociais e de apoio às famílias. Jamie McAuliffe, fundador do GOYN, enfatizou a importância de reconhecer o poder transformador da juventude.
Temas Centrais
Os participantes discutem injustiças estruturais, a conexão entre educação e trabalho, o impacto das tecnologias e inteligência artificial, além de economias produtivas verdes. A voz dos jovens é central nas discussões, como ressaltou Michelle Rosales, líder do GOYN Cidade do México, que pediu atenção às barreiras enfrentadas na educação.
A complexidade da inclusão produtiva foi abordada por especialistas, que afirmaram que a jornada de inclusão deve ser entendida como uma trajetória contínua. Com mais de 800 mil jovens conectados a oportunidades econômicas globalmente, o GOYN busca ampliar sua atuação em São Paulo, unindo esforços de 80 organizações para garantir que a inclusão produtiva chegue aos jovens que mais precisam.
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