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Ana Maria Gonçalves participa da Flip após ser eleita para a ABL

Ana Maria Gonçalves, imortal da ABL, apresenta novo projeto sobre envelhecimento na Flip e discute sua trajetória literária.

Ana Maria Gonçalves, autora de 'Um defeito de cor' (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Divulgação)
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  • Ana Maria Gonçalves foi eleita a primeira mulher negra da Academia Brasileira de Letras (ABL).
  • A escritora participará da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) a partir de 30 de junho.
  • Durante o evento, ela discutirá sua trajetória e apresentará um trecho inédito sobre envelhecimento e menopausa.
  • No dia 31 de junho, Ana Maria e sua editora, Livia Vianna, estarão na “Esquina piauí-Netflix” para um bate-papo sobre literatura contemporânea.
  • Sua obra “Um defeito de cor”, publicada em 2006, é considerada uma das melhores do século e aborda a história de uma mulher africana escravizada no Brasil.

A escritora Ana Maria Gonçalves, de 55 anos, foi eleita a primeira mulher negra para a Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela participará da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece a partir do dia 30 de junho. No evento, Ana discutirá sua trajetória e apresentará um trecho inédito de seu novo projeto sobre envelhecimento e menopausa.

No dia 31 de junho, Ana Maria e sua editora, Livia Vianna, da Editora Record, estarão na “Esquina piauí-Netflix”, espaço dedicado à revista e à plataforma de streaming. Durante o bate-papo, a autora de “Um defeito de cor” compartilhará suas experiências e reflexões sobre sua obra e a literatura contemporânea.

“Um defeito de cor”, publicado em 2006, é considerado um dos melhores livros brasileiros deste século. A obra narra a história de Kehinde, uma mulher africana escravizada no Brasil do século XIX, e sua busca por liberdade e por seus filhos. O livro, que inspirou o enredo do Carnaval da Portela em 2022, destaca a luta e a resistência de personagens femininas em contextos adversos.

Ana Maria Gonçalves, agora imortal da ABL, continua a impactar o cenário literário brasileiro com suas obras que abordam temas relevantes e universais, como a identidade, a memória e a condição feminina. A participação na Flip promete ser mais um marco em sua carreira, ampliando o diálogo sobre questões contemporâneas.

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