- Deborah Secco estreia como apresentadora do reality show “Terceira Metade” no Globoplay em 18 de agosto.
- O programa aborda a poligamia e ajuda casais a encontrar uma terceira pessoa para suas relações.
- Em entrevista, Deborah destacou a importância do respeito e da comunicação em relacionamentos não monogâmicos.
- A atriz, que já participou do Big Brother Brasil 8, se considera uma conselheira para os participantes.
- Além de “Terceira Metade”, Deborah também está na terceira temporada de “Rensga Hits” e no programa de humor “Aberto ao Público”.
Deborah Secco, atriz renomada no Brasil, estreia como apresentadora do reality show Terceira Metade no Globoplay, no dia 18 de agosto. O programa inédito aborda a poligamia e busca ajudar casais a encontrar uma terceira pessoa para suas relações. Em entrevista ao gshow, Deborah compartilhou sua visão sobre relacionamentos não monogâmicos, destacando a importância do respeito e da comunicação.
A atriz, que já participou do Big Brother Brasil 8, se sente confortável em discutir temas polêmicos. “Não há tabu na minha vida. Estou aberta para ouvir e debater sobre tudo”, afirmou. Deborah se vê como uma conselheira para os participantes, criando laços de amizade e compreensão durante as gravações. Além de Terceira Metade, ela também está na terceira temporada de Rensga Hits e participa do programa de humor Aberto ao Público.
Sobre a exposição da vida pessoal, Deborah reflete: “Sou uma pessoa pública, e a curiosidade sobre minha vida é natural”. Ela lida com a fama desde a infância e tenta equilibrar o que compartilha sobre sua vida privada, especialmente em relação à filha, Maria Flor, de nove anos. A atriz enfatiza que respeita os limites de quem está ao seu redor e que a comunicação é fundamental em suas relações.
Deborah também discute a pluralidade dos relacionamentos no Terceira Metade, afirmando que a chave é fazer e refazer acordos. “Minha relação é viva e negociada diariamente”, explica. Para ela, a coragem é essencial para romper com modelos tradicionais, e defende que o prazer e a liberdade sexual não devem ser vistos como tabus. A atriz conclui que, apesar dos desafios, é importante respeitar as escolhas individuais e promover um diálogo aberto sobre diferentes formas de amor.
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