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Bailarinos de destaque abandonam Argentina em busca de melhores oportunidades

Julio Bocca assume a direção do Ballet Estable e visa modernizar a companhia em preparação para o centenário do Teatro Colón.

O bailarín, diretor e maestro de ballet argentino Julio Bocca, posa no Teatro Colón. (Foto: MARIANA NEDELCU)
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  • Julio Bocca retorna ao Teatro Colón como diretor do Ballet Estable, aos 58 anos.
  • Sua missão é modernizar a companhia e aumentar sua visibilidade internacional, em preparação para o centenário do teatro em agosto.
  • Bocca iniciou sua carreira no Colón aos oito anos e teve destaque no American Ballet Theatre.
  • Ele fundou o Ballet Argentino em 1990, levando a dança a novos públicos, incluindo estádios de futebol.
  • O diretor busca diversificar o repertório e fortalecer a formação dos bailarinos, enfrentando desafios devido à busca por oportunidades no exterior.

Julio Bocca, o icônico bailarino argentino, retorna ao Teatro Colón como diretor do Ballet Estable, aos 58 anos. Sua missão é modernizar a companhia e aumentar sua visibilidade internacional, em um momento especial, já que o teatro se prepara para seu centenário em agosto.

Bocca, que começou sua trajetória no Colón aos oito anos, teve uma carreira notável, incluindo a conquista da Medalha de Ouro em Moscou e a liderança do American Ballet Theatre. Em 1990, fundou o Ballet Argentino, levando a dança a novos públicos, até mesmo em estádios de futebol. Sua despedida dos palcos foi monumental, com 300 mil pessoas aplaudindo em Buenos Aires.

Agora, como diretor, ele busca elevar o Ballet Estable a um patamar mundial. Em entrevista, Bocca destacou a necessidade de modernização e de uma maior conexão com o público. Ele acredita que a continuidade da companhia em um país com crises econômicas recorrentes se deve ao apoio constante da população e à importância histórica do Teatro Colón.

O diretor enfatiza que a companhia precisa de mais formação e repertório diversificado. Ele observa que muitos bailarinos argentinos buscam oportunidades fora do país, o que representa um desafio para o desenvolvimento local. Para Bocca, é essencial que o teatro se abra a mudanças e inovações.

Com a gala de centenário se aproximando, Bocca está determinado a transformar a percepção do Ballet Estable, promovendo uma nova era de reconhecimento e prestígio. Ele acredita que a dança deve ser acessível a todos e que o talento argentino merece ser celebrado em casa.

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