- O Jardim Sonoro, festival de música, ocorreu no Inhotim, em Brumadinho (MG), de 13 a 15 de outubro.
- A segunda edição contou com shows de artistas como Monica Salmaso, Cécile McLorin Salvant e Tetê Espíndola.
- Os palcos Desert Park e Piscina proporcionaram uma experiência sensorial em meio a obras de arte.
- Djuena Tikuna abriu o evento com rituais típicos, e Monica Salmaso homenageou Tom Jobim.
- O festival incluiu uma nova galeria de arte indígena e atraiu um público diversificado, com a possibilidade de continuidade em futuras edições.
Arte, natureza e música se uniram no Jardim Sonoro, festival realizado no Inhotim, em Brumadinho (MG), entre os dias 13 e 15 de outubro. A segunda edição do evento, com curadoria do museu, trouxe uma programação diversificada, com shows de artistas renomados como Monica Salmaso, Cécile McLorin Salvant e Tetê Espíndola.
Os palcos Desert Park e Piscina, localizados em áreas icônicas do museu, proporcionaram uma experiência sensorial única. A curadora Marília Loureiro destacou que o evento foi planejado como um caminho a ser percorrido, tanto pelas obras de arte quanto pelas sonoridades apresentadas. O festival atraiu um público variado, incluindo famílias e jovens, que puderam desfrutar de performances em meio a paisagens deslumbrantes.
Djuena Tikuna, cantora do Alto do Solimões, abriu o festival com rituais típicos, enquanto Monica Salmaso apresentou um projeto em homenagem a Tom Jobim, que completaria cem anos em 2027. O show de Salmaso foi marcado por interações com o público e recomendações culturais. Cécile McLorin Salvant, vencedora de três Grammys, também encantou os presentes com sua interpretação de clássicos do jazz, incluindo uma versão em português de “Retrato em branco e preto”.
No último dia, o clima se tornou mais enérgico com apresentações de Josyara e Ilê Aiyê, que animaram o público com suas músicas e interações. A presença de uma nova galeria de arte indígena no museu também foi um destaque, celebrando a cultura e a resistência dos povos originários.
Após dois anos de sucesso, a periodicidade do Jardim Sonoro ainda está sendo avaliada. Marília Loureiro afirmou que a intenção é manter o festival na programação do Inhotim, mas a frequência ainda não foi definida. O evento se consolidou como um espaço de celebração da música e da arte, atraindo um público diversificado e engajado.
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