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Oito perfis profissionais que as empresas evitam contratar; descubra se você é um deles

Profissionais que resistem à tecnologia e não buscam atualização correm o risco de se tornarem obsoletos no mercado de trabalho.

Engenheiros de prompt: com a missão de dar os comandos para que a IA entregue o seu melhor, profissionais são cobiçados pelas empresas (Foto: Klaus Vedfelt/Getty Images)
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  • O mercado de trabalho está mais competitivo, exigindo atualização constante em tecnologia e habilidades.
  • Profissionais que resistem à tecnologia, não se especializam e não buscam desenvolvimento pessoal são considerados indesejáveis.
  • O “especialista do passado”, o “antitecnologia” e o “conheço um pouquinho de tudo” são perfis que as empresas evitam.
  • A falta de interesse em feedbacks e a resistência à inteligência artificial comprometem a carreira.
  • Instituições como EXAME e Saint Paul oferecem cursos acessíveis em inteligência artificial, com investimento de R$ 37, para ajudar profissionais a se destacarem.

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente, e profissionais que não se adaptam às novas demandas correm o risco de se tornarem obsoletos. Características como resistência à tecnologia, falta de especialização e desinteresse em desenvolvimento pessoal são agora vistas como impedimentos para o sucesso profissional.

Os profissionais que se destacam são aqueles que buscam atualização constante em áreas como inteligência artificial e automação. Por outro lado, aqueles que se apegam a métodos tradicionais ou que não investem em suas habilidades estão se tornando cada vez mais indesejáveis. A resistência à tecnologia, por exemplo, é um sinal claro de que o profissional não está alinhado com as necessidades do mercado atual.

Características Indesejáveis

Entre os perfis que as empresas evitam, destaca-se o “especialista do passado”, que possui experiência, mas em práticas já ultrapassadas. Além disso, o “antitecnologia”, que rejeita ferramentas modernas, e o “conheço um pouquinho de tudo”, que não se aprofunda em nenhuma área, são vistos como descartáveis. A falta de interesse em feedbacks e a resistência à inteligência artificial também são características que comprometem a carreira.

O profissional que não investe em seu próprio desenvolvimento, seja por meio de cursos ou networking, está fadado à irrelevância. A cultura do trabalho colaborativo exige que os colaboradores compartilhem conhecimentos e deleguem tarefas, e aqueles que não se adaptam a essa dinâmica são considerados entraves.

Oportunidades de Capacitação

Para ajudar profissionais a se atualizarem, instituições como EXAME e Saint Paul estão oferecendo cursos acessíveis em inteligência artificial. Com um investimento de apenas R$ 37, os interessados podem participar de treinamentos que abordam as principais ferramentas do setor e como elas podem ser aplicadas no dia a dia profissional. O curso, que inclui um certificado, é uma oportunidade para aqueles que desejam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

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