Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

USP decide encerrar atividades da Escola Politécnica na região litorânea paulista

USP encerra atividades da Poli em Santos e transfere equipe e laboratório para a capital, gerando contestação judicial por servidores.

Tarifa de Trump: 60% aprovam política externa de Lula e aprovação cresce, diz pesquisa (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Universidade de São Paulo (USP) anunciou o encerramento das atividades da Escola Politécnica (Poli) em Santos, com a transferência de funcionários e um laboratório para a capital.
  • A decisão foi tomada após estudos sobre o uso do espaço e se concretiza no final de 2024.
  • O curso de Engenharia do Petróleo já havia sido transferido para São Paulo em 2021, a pedido dos alunos.
  • Um grupo de sete servidores contestou a transferência na Justiça, mas o juiz negou o pedido de liminar, justificando que o contrato não especificava um local fixo de trabalho.
  • A USP realizará reuniões com os funcionários para discutir a mudança e desenvolver um plano de transição durante o período de deslocamento das atividades.

A Universidade de São Paulo (USP) anunciou o encerramento das atividades da Escola Politécnica (Poli) em Santos, transferindo todos os funcionários e um laboratório de pesquisa para o campus da capital. A decisão foi tomada após estudos sobre o uso do espaço e se concretiza no final de 2024. O curso de Engenharia do Petróleo já havia sido transferido para São Paulo em 2021, a pedido dos alunos.

Com a mudança, a Poli deixa de operar no prédio histórico do antigo Grupo Escolar Cesário Bastos, que é tombado como patrimônio. A Reitoria da USP ainda está avaliando o futuro do imóvel. O Laboratório de Integrações Tecnológicas em Análises de Rochas e Fluidos (InTRA), que possui um pesquisador e dois técnicos, também será deslocado, mesmo com um projeto ativo até 2026.

Um grupo de sete servidores contestou a transferência na Justiça, alegando que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) proíbe a mudança compulsória em casos que possam prejudicar o trabalhador. O juiz responsável pelo caso negou o pedido de liminar, justificando que o contrato não especificava um local fixo de trabalho e que a extinção do curso justificava a transferência.

A USP informou que reuniões foram realizadas com os funcionários para discutir a mudança e garantir um período de adaptação. O plano de transição será desenvolvido ao longo do período de deslocamento das atividades.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais