- A segunda edição do Festival Lírico de Niterói (Felini) ocorrerá de 1º a 31 de agosto, reunindo mais de 400 artistas em 18 dias de programação.
- O evento contará com a estreia mundial da ópera “Lira dos enganos”, do compositor Rodrigo Camargo, nos dias 8 e 9 no Teatro GayLussac.
- A programação inclui clássicos como “La Bohème” e “A flauta mágica”, além de récitas infantis e masterclasses gratuitas.
- O festival busca democratizar o acesso à música lírica e será realizado em diversos espaços culturais, como o Theatro Municipal e o Museu de Arte Contemporânea (MAC).
- A edição de 2025 já prevê expansão para a Região Oceânica, com novas apresentações.
Realizada ao longo de agosto, a segunda edição do Festival Lírico de Niterói (Felini) promete consolidar a cidade como um importante polo de música clássica. O evento, que ocorrerá entre os dias 1º e 31, reunirá mais de 400 artistas em 18 dias de intensa programação, com ingressos acessíveis, muitos deles gratuitos.
Idealizado pela soprano Amanda Ayres, junto com as cantoras Maria Gerk e Tina França, o Felini busca democratizar o acesso ao canto lírico. “A música lírica transformou nossas vidas e continua transformando a de quem participa do festival”, afirma Amanda. O festival será realizado em diversos espaços culturais, como o Theatro Municipal, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) e o Teatro Popular Oscar Niemeyer.
Um dos principais destaques deste ano é a estreia mundial da ópera “Lira dos enganos”, do compositor brasileiro Rodrigo Camargo, que será apresentada nos dias 8 e 9 no Teatro GayLussac. Além disso, a programação inclui clássicos como “La Bohème” e “A flauta mágica”, além de récitas infantis e masterclasses gratuitas.
Impacto Cultural e Econômico
O festival não apenas enriquece a cena cultural, mas também movimenta a economia local, abrangendo setores como hotelaria e transporte. O cantor lírico Fernando Portari, diretor da Cortina Lírica Felini, destaca que o evento é um espaço de pertencimento e intimidade com a arte.
A edição de 2025 já prevê a expansão do festival para a Região Oceânica, com apresentações em novos locais, como o Centro Eco Cultural Sueli Pontes. Amanda convida o público a descobrir a pluralidade da ópera, afirmando que “queremos mostrar que a ópera não é elitista”.
A programação completa pode ser consultada no site do festival e nas redes sociais. O Felini conta com o apoio da prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, e da iniciativa privada.
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