- O influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, participou do programa Altas Horas no dia dezesseis de agosto.
- Ele discutiu a repercussão de seu vídeo sobre a adultização de crianças nas redes sociais, que resultou em um aumento de sete milhões de seguidores em cinco dias.
- Felca denunciou a prisão do influenciador Hytalo Santos, acusado de exploração de menores, e expressou indignação pela exposição de crianças a conteúdos sexualizados.
- O influenciador destacou a importância da supervisão parental e afirmou que crianças não devem produzir conteúdo na internet.
- Ele acredita que sua pesquisa sobre adultização infantil pode provocar mudanças nas plataformas digitais e defendeu a denúncia de conteúdos inadequados.
Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, participou do programa Altas Horas no último sábado, 16, onde discutiu a repercussão de seu vídeo sobre a adultização de crianças nas redes sociais. O conteúdo gerou um movimento de conscientização, resultando em um aumento de sete milhões de seguidores em apenas cinco dias, totalizando 15,5 milhões na plataforma principal.
Durante a entrevista, Felca denunciou a prisão do influenciador Hytalo Santos, acusado de exploração de menores. Santos foi detido em 15 de setembro, e sua defesa nega as acusações. O youtuber expressou sua indignação ao perceber que crianças estão expostas a conteúdos sexualizados, afirmando que “quem tem que ter medo são eles, não a pessoa que está denunciando”.
Felca destacou a importância da supervisão parental no consumo de conteúdo digital. Ele alertou que a internet não é um ambiente seguro para crianças, que não devem ser incentivadas a produzir conteúdo. “Criança não tem que produzir conteúdo na internet,” enfatizou, ressaltando que a exposição pode levar a críticas e assédio.
O influenciador passou um ano pesquisando sobre a adultização infantil e acredita que sua iniciativa pode provocar mudanças significativas nas plataformas digitais. Ele defendeu a necessidade de denunciar conteúdos inadequados e ressaltou que a proteção das crianças deve ser uma prioridade. A discussão sobre a segurança infantil online continua a ganhar força, com propostas de legislação surgindo em resposta às suas denúncias.
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