Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MP denuncia vulnerabilidade social de Kamylinha em relatório de 2022

Ministério Público denuncia falta de apoio escolar e psicológico a jovem exposta nas redes sociais, enquanto medidas protetivas são ignoradas

Hytalo Santos e Kamylinha (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • Uma jovem de 17 anos, conhecida nas redes sociais como parte da “família Hytalo Santos”, enfrenta vulnerabilidade social.
  • O Ministério Público da Paraíba (MP-PB) denunciou a falta de acompanhamento escolar e psicológico da adolescente.
  • Em 2022, o MP-PB constatou que a jovem não frequentava aulas regularmente e estava em risco social e psíquico.
  • A intervenção do MP-PB resultou em uma medida protetiva contra os pais da jovem, que expressaram descontentamento com seu estilo de vida.
  • A jovem atualmente estuda online e grava vídeos, mas deve retornar a um colégio e receber acompanhamento psicológico, conforme determinação do MP-PB.

Kamila Maria Silva Félix, conhecida como Kamylinha, é uma adolescente de 17 anos que ganhou notoriedade nas redes sociais como parte da “família Hytalo Santos”, um youtuber preso por exploração de menores. O Ministério Público da Paraíba (MP-PB) já havia alertado sobre a vulnerabilidade social da jovem, destacando a falta de acompanhamento escolar e psicológico, além de exposições inadequadas nas redes sociais.

Em um documento de 2022, o MP-PB revelou que Kamylinha estava em risco social e psíquico, sem frequentar aulas regularmente. A intervenção estatal foi considerada necessária, levando à emissão de uma medida protetiva contra seus pais, Francisca Maria Lira Silva e Erismar Félix Figueiredo. O pai expressou descontentamento com o estilo de vida da filha, mencionando que não aprovava as viagens que ela fazia e os vídeos que gravava, que incluíam danças de teor sexual.

Kamylinha, por sua vez, relatou ter se afastado do pai devido ao seu comportamento agressivo. A jovem mencionou que começou a sofrer de depressão e automutilação após episódios de violência familiar. Ela foi atendida em um Centro de Atenção Psicossocial Infantil entre 2015 e 2016. Atualmente, Kamylinha estuda online e grava vídeos de dança, mas frequentemente passa a noite na casa de Hytalo Santos, que arca com suas despesas escolares e fornece apoio financeiro à sua mãe.

O MP-PB determinou que Kamylinha deveria retornar a um colégio na Paraíba e receber acompanhamento psicológico. Além disso, foi solicitado que Hytalo apagasse todos os vídeos da jovem de suas redes sociais, uma recomendação que ele se recusou a cumprir. O caso, que envolve questões de exploração e proteção de menores, permanece sob análise das autoridades competentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais