- Marilynn Joyner fundou a plataforma digital Her Workplace em outubro de 2023, após mais de 12 anos em uma corretora de imóveis em Nova York.
- A iniciativa apoia mulheres em setores dominados por homens, respondendo à falta de lideranças femininas e mentoras.
- Inicialmente um espaço de coworking, a Her Workplace evoluiu para um modelo de assinatura focado em desenvolvimento de carreira, networking e mentorias executivas.
- No primeiro ano, a plataforma gerou US$ 250 mil em receita, com uma margem de lucro de 30%, e triplicou o faturamento após reposicionamento.
- Atualmente, conta com 60 mil membros ativos e já promoveu 625 eventos, expandindo para cidades como Boston, Chicago, Los Angeles e San Francisco.
Marilynn Joyner, após mais de 12 anos em uma corretora de imóveis em Nova York, fundou a Her Workplace em outubro de 2023. A plataforma digital visa apoiar mulheres em setores dominados por homens, surgindo como resposta à escassez de lideranças femininas e à falta de mentoras que dificultaram seu avanço profissional.
A Her Workplace começou como um espaço de coworking, mas rapidamente se transformou em uma plataforma digital com um modelo de assinatura. O foco é no desenvolvimento de carreira, networking e acesso a mentorias executivas. No primeiro ano, a empresa gerou US$ 250 mil em receita, com uma margem de lucro de 30%. Após um reposicionamento estratégico, o faturamento triplicou.
Joyner alugou o primeiro espaço por US$ 8 mil mensais e organizou mais de 500 eventos nos primeiros seis meses. Contudo, os feedbacks indicaram que as necessidades das usuárias iam além de um espaço físico. Atualmente, a plataforma utiliza tecnologia de inteligência artificial para conectar membros a pares estratégicos e mentores de alto nível.
Crescimento e Sustentabilidade
A Her Workplace já conta com 60 mil membros ativos e promoveu 625 eventos, expandindo para cidades como Boston, Chicago, Los Angeles e San Francisco. O crescimento acelerado da empresa destaca não apenas os resultados financeiros, mas também um modelo de negócio escalável e sustentável, operando 100% bootstrapped, ou seja, sem investimento externo.
Joyner optou por manter a autonomia da empresa, mesmo após conversas com fundos de venture capital. Ela afirma: “Quero proteger o que construí. Não quero diluir minha participação após ter colocado meu sangue, suor e lágrimas nisso.” Essa decisão reflete uma compreensão estratégica das finanças corporativas e do valor de manter controle sobre a operação, especialmente em momentos de expansão.
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