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Bienal de São Paulo apresenta pavilhão inovador e detalhes imperdíveis

A 36ª Bienal de São Paulo reunirá 120 artistas de 6 a 11 de janeiro de 2026, com entrada gratuita e nova abordagem curatorial.

Prédio da Bienal de São Paulo com três andares. Evento começa no sábado, 6 (Foto: Reprodução)
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  • A 36ª Bienal de São Paulo ocorrerá de 6 a 11 de janeiro de 2026 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera.
  • O evento reunirá 120 artistas e apresentará uma nova abordagem curatorial.
  • O tema será “Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática”, desenvolvido pelo curador Bonaventure Ndikung.
  • As obras estarão distribuídas em seis capítulos, com uma cenografia que simula a travessia de um rio.
  • A entrada será gratuita e incluirá recursos como QR Codes para audioguias sobre as obras.

A 36ª Bienal de São Paulo terá início no dia 6 de janeiro de 2026, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, localizado no Parque do Ibirapuera, e se estenderá até 11 de janeiro. O evento, considerado o maior de arte contemporânea da América Latina, reunirá 120 artistas e apresentará uma nova abordagem curatorial.

O tema desta edição, “Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática”, foi desenvolvido pelo curador camaronês Bonaventure Ndikung. A proposta busca refletir sobre a humanidade como uma prática ativa, um exercício diário que todos devem cultivar. Ndikung contou com uma equipe de cocuradores, incluindo a marroquina Alya Sebti e os brasileiros Thiago de Paula e Keyna Eleison, para selecionar obras de artistas de regiões ligadas a rios, lagos e mares, enfatizando a ideia de movimento e transformação.

Estrutura da Exposição

As obras estarão distribuídas em seis capítulos: Frequências de chegadas e pertencimentos, Gramáticas de insurgências, Sobre ritmos espaciais e narrações, Fluxos de cuidado e cosmologias plurais, Cadências de transformação e A intratável beleza do mundo. A cenografia da exposição foi projetada para simular a travessia de um rio, com estruturas curvas que guiam o visitante.

Além de instalações, quadros e esculturas, a Bienal também incluirá vídeos e outros formatos. Para enriquecer a experiência, QR Codes estarão disponíveis em alguns pontos, permitindo acesso a audioguias sobre artistas e obras. As informações sobre as obras não estarão próximas a elas, mas sim em pilastras ao longo do pavilhão, uma escolha curatorial que pode desafiar a forma tradicional de visitação.

A 36ª Bienal de São Paulo promete ser uma oportunidade única para explorar a arte contemporânea e refletir sobre questões fundamentais da humanidade, tudo isso com entrada gratuita.

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