- Eduardo Saverin se tornou o homem mais rico do Brasil em 2025, com um patrimônio de US$ 224,5 bilhões.
- Após conflitos com Mark Zuckerberg, sua participação no Facebook foi diluída, levando-o a se mudar para Singapura em 2009.
- Em Singapura, Saverin fundou a B Capital, que administra mais de US$ 7 bilhões em ativos, focando em tecnologia, saúde e sustentabilidade.
- Em 2024, ele doou US$ 15,5 milhões para a Singapore American School, demonstrando seu compromisso com a educação.
- Saverin mantém uma rotina discreta e se dedica a inovações tecnológicas, sem mais cidadania americana ou brasileira.
Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, tornou-se o homem mais rico do Brasil em 2025, com um patrimônio estimado em US$ 224,5 bilhões. Após conflitos com Mark Zuckerberg, sua participação na rede social foi diluída, levando-o a se mudar para Singapura em 2009, onde fundou a B Capital.
A B Capital, que administra mais de US$ 7 bilhões em ativos globais, foca em investimentos em tecnologia, saúde e sustentabilidade. Saverin atua como co-CEO, tomando decisões estratégicas e supervisionando investimentos no Sudeste Asiático e na Índia. Ele mantém uma rotina discreta, longe da vida social extravagante que o caracterizou no passado.
Vida Pessoal e Interesses
Casado com Elaine Andriejanssen desde 2015, Saverin vive em um condomínio de luxo e tem um interesse peculiar por meteorologia. Em sua casa, ele possui um sistema com três monitores Apple, um dos quais exibe em tempo real dados sobre furacões e tsunamis. Esse hobby, que começou na infância, se integra ao seu ambiente de trabalho, onde realiza videoconferências e acompanha indicadores financeiros.
Em 2024, Saverin fez uma doação histórica de US$ 15,5 milhões para a Singapore American School, reforçando seu compromisso com a educação local. Ele evita entrevistas, mas participa ativamente de círculos de investimento global, sempre em busca de inovações tecnológicas.
Filosofia de Trabalho
Saverin, que não possui mais cidadania americana nem brasileira, adota uma filosofia de “poder silencioso”. Ele acredita que ainda há muito a ser feito na criação de tecnologias que moldarão o futuro. Em 2019, afirmou que nunca se aposentará em uma praia, enfatizando seu desejo de estar na vanguarda de inovações que podem surgir na interseção entre saúde e inteligência artificial.
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