Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tiroteio com Taliban volta à tona ao fumar cachimbo de água revela Malala Yousafzai

Malala Yousafzai diz em memoir que usar maconha na universidade provocou flashbacks e revivou memórias do tiroteio e do coma

Malala Yousafzai at Oxford University in 2019.
0:00
Carregando...
0:00
  • Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e Nobel da Paz, compartilha em novo memoir experiências traumáticas que ressurgem após experimentar maconha na universidade.
  • O excerto mostra que a substância desencadeou lembranças do ataque de 2012 pelo Taliban, levando a uma crise de pânico durante uma noite em Oxford.
  • Ela descreve que, após fumar em um ambiente descontraído, começou a sentir mal-estar e reviver o tiroteio, o coma e as sequelas emocionais.
  • Em trechos, Malala diz que chegou a ficar paralisada, sem se mover, com a sensação de estar presa no próprio corpo; ela lembra: “Eu sabia que isso já tinha acontecido antes”.
  • O memoir aponta que o trauma persiste e pode ressurgir, com as memórias “ficando em seu sangue”, reforçando o compromisso com a educação e o empoderamento de meninas.

Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e Nobel da Paz, compartilha em seu novo memoir experiências traumáticas que reviveram após experimentar maconha na universidade. O excerto revela como a substância desencadeou lembranças do ataque que sofreu em 2012 pelo Taliban, levando-a a um estado de pânico.

Durante uma noite em Oxford, Malala se viu em uma situação angustiante. Após fumar em um ambiente descontraído, começou a sentir um mal-estar que a fez reviver o tiroteio que quase lhe custou a vida. Flashbacks do momento em que foi baleada, do coma e das sequelas emocionais a assolaram, fazendo-a sentir que estava novamente presa em seu próprio corpo.

O relato destaca a intensidade do trauma. Malala descreve a sensação de estar paralisada, incapaz de se mover, e o desespero que a acompanhou. “Eu sabia que isso já tinha acontecido antes”, afirmou, referindo-se ao dia do ataque. A ativista recorda momentos em que sua mente estava acordada, mas seu corpo não respondia, uma experiência semelhante à que viveu no hospital após o atentado.

Impacto do Trauma

O memoir de Malala não apenas narra suas vivências, mas também explora como o trauma persiste ao longo do tempo. A ativista menciona que as experiências traumáticas “ficam em seu sangue”, indicando que as memórias podem ressurgir em momentos inesperados.

Com isso, Yousafzai busca conscientizar sobre a importância de tratar e entender os efeitos duradouros do trauma. “Explorar essas experiências mostra como a memória e a sensação estão conectadas aos eventos do tiroteio”, conclui Malala, reafirmando seu compromisso com a educação e o empoderamento de meninas ao redor do mundo.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais