- No 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrasção), o Ministério da Saúde coordena debates sobre governança em emergências sanitárias e universalidade do cuidado.
- A Atenção Primária conta com 26.883 profissionais ativos pelo programa Mais Médicos, atuando em diferentes territórios do país.
- Foi lançado o programa Agora Tem Especialistas; no primeiro ciclo foram 322 médicos especialistas distribuídos em áreas de difícil provimento, com segunda chamada prevista para aumentar o número.
- O ProfSaúde apresentou duas publicações sobre educação interprofissional e trajetórias dos egressos, destacando a atuação na Atenção Primária como impulso a políticas públicas.
- O Ministério reforça a interiorização da formação médica, expansão de vagas e integração ensino–serviço para qualificar e fixar profissionais em territórios vulneráveis.
O Ministério da Saúde participou do 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, com debates sobre governança em emergências sanitárias, universalidade do cuidado e ações do Programa Mais Médicos. A agenda do dia incluiu a apresentação de iniciativas para fortalecer o SUS, com foco em interiorização, formação e integração ensino-serviço.
Entre as ações anunciadas, o Ministério apontou 26.883 profissionais ativos no Mais Médicos, atuando em áreas urbanas, rurais, ribeirinhas, aldeias indígenas e periferias. Também foi lançado o programa Agora Tem Especialistas, que mobiliza vagas para prover atenção especializada em regiões de maior vulnerabilidade.
No primeiro ciclo do Mais Médicos Especialistas, 322 médicos foram distribuídos em áreas de difícil provimento; a segunda chamada está próxima e pode ampliar esse total em mais de 250 profissionais. O ProfSaúde divulgou duas publicações sobre educação interprofissional e trajetórias de egressos, reforçando a relação entre ensino e serviço na Atenção Primária.
Avanços no Mais Médicos e Formação
As ações destacadas incluem a expansão de vagas de graduação e residência alinhadas às necessidades do SUS, com reforço à interiorização da formação médica e à regulação da educação médica. O objetivo é qualificar o provimento e ampliar a rede de atenção à saúde em territórios vulneráveis.
Entretanto, as iniciativas também ressaltam a importância de fortalecer a integração entre as instituições de ensino e as redes de atenção, para assegurar cuidado contínuo e resolutivo, especialmente na atenção primária e no atendimento especializado. As estratégias visam consolidar a atuação do SUS diante de cenários de emergências sanitárias e deslocamentos populacionais.
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