Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bíblia pode integrar acervo de escolas públicas, decide Comissão da Câmara

Comissão de Educação aprova substitutivo que permite um exemplar da Bíblia nas bibliotecas públicas de ensino, sem objetivo de culto

A medida, aprovada em substitutivo apresentado pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), altera o texto original do PL 4242/21. Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
0:00
Carregando...
0:00
  • A Comissão de Educação da Câmara aprovou substitutivo que permite a presença de um exemplar da Bíblia nas bibliotecas de escolas públicas e universidades, sem objetivo de culto.
  • O texto altera o PL 4242/21, que originalmente previa ao menos dois exemplares, abrindo espaço para uma única edição escolhida pela instituição.
  • A Bíblia será apresentada como obra de relevância literária, cultural e histórica, não como objeto de culto.
  • A proposta segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo, e, se aprovada, precisará ainda do plenário da Câmara e do Senado para virar lei.
  • A deputada Maria Rosas afirmou que a medida pode ampliar o repertório formativo dos estudantes e estimular debates sobre filosofia, ética, religião e cultura.

A Comissão de Educação da Câmara aprovou o substitutivo a um projeto que autoriza a presença de um exemplar da Bíblia nas bibliotecas de escolas públicas, da educação básica ao ensino superior. O texto flexibiliza a obrigatoriedade de dois exemplares e permite que cada instituição escolha a edição ou tradução.

Pelo substitutivo, a Bíblia não seria usada para culto, mas reconhecida como patrimônio cultural, literário e histórico. A decisão clínica alega ampliar o repertório formativo dos alunos, estimulando discussões sobre filosofia, ética, religião e cultura sem promover cerceamento religioso.

A proposta modifica o PL 4242/21, de Milton Vieira, que previa ao menos dois exemplares da obra. Agora, cada escola ou universidade pode definir qual edição integrar ao acervo, mantendo o foco educativo e cultural.

Aprovação e próximos passos

A relatora Maria Rosas destacou que o acervo pode favorecer o debate acadêmico e a reflexão crítica. Ela também mencionou o impacto histórico da Bíblia em áreas como literatura, artes e pensamento ocidental, além de contribuir para a preservação do patrimônio.

O parecer segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter conclusivo. Se aprovado, o projeto seguirá para o Plenário da Câmara e, depois, para o Senado, para virar lei.

Conteúdo de referência: Agência Câmara de Notícias.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais