- Josy e Joe Davis largaram os empregos, venderam a casa e tiraram as filhas da escola para viajar pelo mundo.
- Em apenas três meses, uma tragédia familiar as fez retornar à Inglaterra, com voos para Bali cancelados; hoje vivem em Cornwall.
- O plano inicial incluía Oman, Sri Lanka, Malásia e Tailândia, com perspectiva de viagem de longo prazo, motivado por cansaço no trabalho e desejo de mais tempo em família.
- A tendência de nomadismo digital e worldschooling cresce, com uso de redes sociais para inspirar e financiar essas jornadas, apesar de desafios como saúde mental e solidão.
- Relatos de famílias destacam que o estilo envolve planejamento, orçamento e adaptação a fusos horários, além de experiências positivas e dificuldades ao longo do caminho.
Josy e Joe Davis largaram os empregos, venderam a casa e tiraram as filhas da escola para viajar pelo mundo. Em três meses, uma tragédia familiar os levou a retornar à Inglaterra; as viagens foram canceladas e o grupo chegou a Bali antes de se estabelecer em Cornwall.
O casal morava em Gloucestershire; a decisão ocorreu em meio ao desgaste com horários de plantão da polícia e funções logísticas. O plano inicial previa Oman, Sri Lanka, Malásia e Tailândia, com possibilidade de longas viagens, inclusive na Austrália, conforme o interesse da família.
Em agosto, o retorno ocorreu após a crise em casa, com voos para Bali e Austrália cancelados. Josy descreve, em vídeo, a dúvida sobre se o sonho familiar era realmente o look de fora ou a vontade dos pais. Hoje vivem em Cornwall, com as filhas Lola, seis, e Zara, quatro.
Contexto: worldschooling e nomadismo digital
O movimento de nomadismo digital ganhou força, com famílias que trabalham remotamente e estudam as crianças por meio da viagem. Pesquisas e relatos apontam benefícios de habilidades de vida, mas também solidão, fuso e cansaço. O fenômeno é impulsionado por custos de vida, trabalho remoto e influência nas redes.
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