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Tecnologia viável: especialistas afirmam ter habilidades para construir o projeto

MIT lança NerdXing para mapear trajetórias de cursos, conectando disciplinas e ampliando escolhas estudantis para soluções com impacto comunitário

Julianna Schneider in Killian Court with Boston skyline in background
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  • NerdXing, ferramenta criada pela estudante Julianna Schneider e colegas do MIT Schwarzman College of Computing, permite buscar uma disciplina e ver quais caminhos de cursos outros alunos já fizeram.
  • O objetivo é democratizar o conhecimento sobre os cursos e ajudar calouros a encontrar combinações que talvez não fossem consideradas.
  • Schneider cursa dupla formação em inteligência artificial e tomada de decisão, e em matemática, e trabalha no Biomimetic Robotics Laboratory (laboratório de robótica biomimética).
  • Ela também criou o VoluntYOU, aos dezesseis anos, conectando voluntários de uma escola internacional na Albânia a organizações locais; hoje quer aplicar esse perfil para soluções tecnológicas que atendam comunidades.
  • No MIT, participa do desenvolvimento de robótica com foco em aplicações práticas, como controladores híbridos, além de buscar usos da robótica para apoiar pessoas em situações de alta complexidade, e mantém envolvimento em atividades da comunidade, como dança social.

O NerdXing é a ferramenta criada para orientar estudantes do MIT Schwarzman College of Computing na escolha de disciplinas. Desenvolvida pela aluna sênior Julianna Schneider e o Grupo Consultivo de Undergraduates, o projeto mapeia caminhos de cursos já trilhados por alunos.

A ideia é tornar o conhecimento sobre a grade curricular mais acessível. Ao buscar uma disciplina, o estudante vê opções de cursos que colegas já cursaram, inclusive caminhos menos óbvios. A iniciativa visa desburocratizar escolhas.

Perfil de quem lidera a iniciativa

Schneider estuda duas áreas simultaneamente: inteligência artificial e matemática, e participa de pesquisas no Biomimetic Robotics Laboratory. Sua atuação cruza engenharia, computação e inovação.

Antes de chegar ao MIT, a aluna foi pianista clássica na Albânia. Aos 13 anos descobriu a robótica e passou a liderar equipes de montagem e programação, recebendo múltiplos prêmios regionais e nacionais.

Com 16 anos, criou o VoluntYOU, um aplicativo que conectava voluntários de uma escola internacional a organizações locais em Tirana. Em pouco tempo, a plataforma apoiou ações em quatro continentes.

No MIT, Schneider integra projetos de robótica biomimética sob orientação do professor Sangbae Kim. Ela colabora no desenvolvimento de controladores híbridos, com foco em robôs de baixo desempenho computacional.

O objetivo é ampliar a capacidade de robôs para aplicações de alto impacto, como apoiar cirurgias remotas e operações em regiões com acesso limitado à tecnologia. A pesquisadora destaca a relação entre teoria e aplicação prática.

Fora do laboratório, Schneider participa da cena de dança social do campus. Entre apresentações de country line dancing, ela diz buscar formas de fortalecer a comunidade universitária por meio de atividades compartilhadas.

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