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Gauff amplia apoio a estudantes negros por meio de educação

Gauff doa US$ 150 mil ao United Negro College Fund (UNCF) para bolsas em faculdades historicamente negras, fortalecendo educação e inclusão no tênis

Coco (Foto: Tyler Kaufman/USTA)
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  • Coco Gauff, 21 anos e número 3 do mundo, doa US$ 150 mil ao United Negro College Fund para bolsas de estudo em faculdades e universidades historicamente negras.
  • O valor será destinado a estudantes que praticam tênis competitivo em instituições negras.
  • A doação acontece após a vitória sobre a sérvia Olga Danilovic por duplo 6/2, na segunda rodada do Australian Open; a próxima adversária será Hailey Baptiste.
  • A ligação com as HBCUs é pessoal: a avó de Gauff foi a primeira mulher negra a estudar em uma escola de ensino médio integrada na Flórida.
  • A atleta afirma que apoiar o tênis universitário ajuda a reduzir o déficit de investimento nessas instituições e que não vê isso como pressão, mas como responsabilidade.

Ao longo da carreira, Coco Gauff tem usado a visibilidade no tênis para apoiar causas sociais e iniciativas de transformação. A norte-americana, 21 anos e atual número 3 do mundo, atua ativamente no combate ao racismo e à violência contra a população negra, direcionando parte de seus recursos para educação e inclusão.

Após vencer Olga Danilovic por duplo 6/2 na segunda rodada do Australian Open, Gauff reforçou o compromisso com causas sociais. Em entrevista coletiva, pediu mais paz e gentileza na comunicação sobre temas sensíveis, sem deixar de mencionar a importância de apoiar comunidades marginalizadas.

Doação para programas universitários e bolsas de estudo

No início da semana, o United Negro College Fund (UNCF) informou a doação de US$ 150 mil da atleta para bolsas de estudo em faculdades e universidades historicamente negras que praticam tênis competitivo. No ano anterior, Gauff já havia contribuído com US$ 100 mil para a mesma instituição.

Para Gauff, o apoio ao tênis universitário busca preencher lacunas de investimento em instituições históricas. Segundo a tenista, haveria desejo de ter estudado em uma HBCU caso não jogasse tênis profissional, o que guia seu engajamento com as comunidades atendidas.

A ligação pessoal com as HBCUs também é destacada pela atleta. Gauff mencionou que suas avós, tio e tia passaram por esse tipo de instituição, fortalecendo a conexão com o tema desde a infância, em Delray Beach.

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