Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo recompõe orçamento para educação e ciência

Governo restabelece integralmente cortes no orçamento de educação e ciência; MEC recebe R$ 977 milhões e MCTI, R$ 186 milhões para custeio, bolsas e obras

unb2.jpg
0:00
Carregando...
0:00
  • O governo devolveu integralmente os cortes no orçamento de 2026 para educação e ciência: o Ministério da Educação recebeu R$ 977 milhões e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação recebeu R$ 186,37 milhões, conforme portaria publicada no Diário Oficial de terça-feira, 20 de janeiro de 2026.
  • O crédito suplementar para o Ministério da Educação visa custeio, bolsas de pesquisa e obras em universidades e institutos federais.
  • Os recursos serão distribuídos entre: R$ 332 milhões para universidades federais, R$ 156 milhões para institutos federais, R$ 230 milhões para a Capes (bolsas de pesquisa) e R$ 259 milhões para manutenção das instituições.
  • Os valores foram retirados durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual no Congresso no ano anterior.
  • Reações: dirigentes de entidades ligadas à educação pública — Conif e Andifes — consideraram a recomposição adequada e importante para a execução do orçamento e a manutenção das instituições.

O governo federal devolveu integralmente os recursos cortados do orçamento de instituições federais de ensino para este ano. A medida constou de portaria publicada no Diário Oficial da União na terça-feira, 20 de janeiro de 2026. A recomposição total foi autorizada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).

O crédito suplementar libera R$ 977 milhões para o Ministério da Educação (MEC) e R$ 186,37 milhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Os valores voltam a compor o orçamento revisado após cortes durante a tramitação da LOA.

O recurso destinado ao MEC terá finalidades como custeio, bolsas de pesquisa e obras em universidades e institutos federais. A medida busca recompor o funcionamento básico dessas instituições neste início de ano.

A divisão dos recursos ficou da seguinte forma: R$ 332 milhões para universidades federais, R$ 156 milhões para institutos federais, R$ 230 milhões para a Capes e R$ 259 milhões para itens de manutenção das instituições.

Ministro da Educação, Camilo Santana, ressaltou nas redes sociais o compromisso do governo com as públicas. Afirmou que a reposição anual busca mitigar potenciais cortes e manter o diálogo com as universidades e institutos.

Repercussões na comunidade acadêmica destacaram a importância da recuperação orçamentária neste momento. Elaine Cassiano, dirigente do Conif, afirmou ser adequado recompor o orçamento no início do ano para viabilizar a execução.

Para a Andifes, a recomposição integral é vista como fundamental para a manutenção de universidades públicas. José Geraldo Ticanelli destacou o gesto como sinal de investimento contínuo na educação superior brasileira.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais