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Camilo Santana nega caça às bruxas em meio à polêmica sobre notas, diz Enamed

Camilo Santana nega caça às bruxas no Enamed e afirma foco na qualidade dos cursos e na formação de médicos, com avaliação anual

Ministro da Educação, Camilo Santana, homologa as novas diretrizes para os cursos de medicina no Brasil
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  • O ministro da Educação, Camilo Santana, convocou coletiva para discutir a repercussão da primeira edição do Enamed.
  • O Enamed busca assegurar a qualidade da formação médica, e o governo afirma que não há intenção de caça às bruxas nem de punição deliberada a instituições.
  • Instituições de ensino questionam os critérios da prova; o Conselho Federal de Medicina criticou os resultados e defendeu aprovação urgente do ProfiMed.
  • A Anup ajuizou ação para que cursos mal avaliados não recebam punições, e Santana destacou que a avaliação passou a ocorrer anualmente com maior rigor.
  • O ministro disse que o Enamed garante bons profissionais, tanto em universidades públicas quanto privadas, que atuam no atendimento à população.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou uma coletiva nesta quinta-feira pela manhã para debater a repercussão da primeira edição do Enamed, o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica. O objetivo é esclarecer critérios e impactos do exame.

O MEC afirma que retomou o protagonismo na regulação de cursos superiores federais e privados no Brasil, com o Enamed como ferramenta para assegurar a qualidade dos cursos de formação médica.

O ministro destacou que o propósito do exame é avaliar o desempenho das instituições e não caçar ou punir instituições ou profissionais. A fala ocorreu durante a coletiva sobre o tema.

Reação das entidades

O Conselho Federal de Medicina criticou os resultados, apontando risco à segurança do paciente e defendendo um exame de proficiência obrigatório para o registro médico.

A Anup acionou a Justiça para evitar punições a cursos com baixa avaliação, requerendo análise cuidadosa do impacto das notas.

Santana ressaltou que o Enamed passou a ocorrer anualmente, com maior rigor no acompanhamento institucional, destacando que universidades públicas, estaduais, comunitárias e privadas podem ser impactadas pela nova avaliação.

Ele enfatizou a necessidade de formar bons profissionais que atuem em unidades de saúde, como postos, UPAs e hospitais, reforçando o papel do exame na qualidade da formação médica.

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