- A Freelands Foundation lançou um esquema de prêmios de 1,5 milhão de libras, com 100 mil libras destinados a três organizações por ano, por cinco anos.
- O objetivo é reconhecer projetos recentes ou em andamento que promovam educação artística visual com impacto demonstrável, em meio a 15 anos de cortes.
- As organizações devem atuar no Reino Unido, com finalidade beneficente e apresentação pública constante de arte visual; as vencedoras produzirão um filme de estudo de caso com a fundação.
- O júri é chefiado por Henry Ward e inclui Joy Gregory, Gemma Cairney, Jenni Lomax e Ben Street; as candidaturas vão de 28 de janeiro a 30 de março, com anúncio em novembro.
- O novo prêmio substitui a edição anterior, voltada à exibição de obra de uma artista de meia idade, que ocorreu entre 2016 e 2023.
A Freelands Foundation lançou um novo programa de prêmios no valor de 1,5 milhão de libras para reconhecer e celebrar a educação em artes visuais no Reino Unido. Serão concedidos 100 mil libras a três organizações a cada ano, pelos próximos cinco anos, para projetos recentes ou em andamento com impacto tangível na educação artística.
O objetivo é incentivar abordagens progressistas na educação artística, em meio a 15 anos de subinvestimento. O programa reconhece a importância de galerias e museus como espaços públicos de ensino, ainda que enfrentem pressões financeiras e cortes.
O edital fica aberto a organizações sem fins lucrativos com atuação no Reino Unido, que apresentem uma apresentação pública constante de artes visuais. A banca avaliadora é chefiada pelo diretor da Freelands Foundation, com integrantes do meio cultural e educacional.
Estrutura e metas do prêmio
Além do funding de 100 mil libras, as vencedoras vão colaborar com a Freelands Foundation em um filme de estudo de caso para disseminar práticas de educação artística. O anúncio dos ganhadores ocorrerá em novembro, após o período de submissões entre 28 de janeiro e 30 de março.
A iniciativa substitui o prêmio anual anterior da instituição, dedicado a apoiar a apresentação de obras de artistas de meia-idade feminas em novas exposições. A última vencedora desse prêmio, com exposição em Whitechapel, encerra em março.
A escolha dos vencedores também visa ampliar o papel de galerias e museus como recursos educativos para escolas, comunidades locais, prisões e hospitais. A diretora da Fundação destaca a necessidade de reconhecer organizações que mantêm atividades educativas diante dos cortes de políticas públicas.
A pauta de avaliação considera o histórico de ações, a consistência na apresentação pública e o potencial de impacto educativo. O programa reforça a defesa de novas formas de integrar educação, instituições culturais e comunidades.
Entre na conversa da comunidade