- Professores aprovam greve em várias regiões da Califórnia, com início possível já na próxima semana em distritos como San Francisco, San Diego e Los Angeles.
- Em San Francisco, 97,6% dos docentes votaram a favor da greve, primeira ação do tipo na cidade em quase cinquenta anos.
- Em Los Angeles, a LA Unified School District avalia demissões para lidar com o orçamento; o sindicato autorizou seguir com a greve.
- Em San Diego, preparativos para a primeira caminhada desde trinta anos; cerca de 90% dos membros votaram pela greve.
- Grupos em Sacramento também sinalizam disposição para greve, dentro da campanha We Can’t Wait, que reúne 32 distritos e exige melhores salários, turmas menores e mais recursos.
California vive expectativa de greves de professores em diversos distritos, por salários, condições de trabalho e contratação de Educação Especial. As ações podem começar já na próxima semana, impactando escolas em sanarte SF, San Diego e Los Angeles.
Na prática, milhares de educadores autorizam a mobilização. Em San Francisco, 97,6% dos professores votaram a favor de greve, em um movimento que pode marcar a primeira ação da categoria na cidade em quase 50 anos. Em Los Angeles, o distrito unificado analisa cortes de quadro para equilibrar o orçamento, com autorização para o movimento. Em San Diego, educadores se preparam para a primeira paralisação em três décadas, e Sacramento recebe sinal de prontidão de cinco sindicatos.
Contexto e mobilização
A mobilização ocorre um ano após a California Teachers Association lançar a campanha We Can’t Wait, reunindo 32 distritos para cobrar salários melhores, turmas menores e mais recursos para alunos. A associação destaca quedas estruturais de recursos que afetam o funcionamento das escolas.
Segundo a CTA, o objetivo é que os distritos priorizem recursos para educação pública de qualidade. O grupo cita um relatório que aponta insatisfação com custo de vida, salários defasados e dificuldade de contratação de profissionais de educação.
Educadores de San Francisco, após meses de negociação, aguardam relatório de mediação que pode permitir a paralisação. Em San Diego, a greve foi anunciada após rally e pressão por reforço de quadro na Educação Especial, com expectativa de início no dia 26 de fevereiro.
Preparação e impactos previstos
Todos os distritos de Sacramento, San Francisco, Los Angeles e San Diego integram o movimento como parte do coletivo de negociação. A paralisação pode levar ao fechamento de escolas na data marcada em San Diego, segundo a direção da San Diego Unified School District.
A San Diego Education Association afirmou que a cidade terá os olhos da imprensa e da comunidade voltados para a reivindicação contra a deficiência de contratação de profissionais da Educação Especial. A entidade ressaltou o anuncio de que as escolas ficarão fechadas no dia da greve.
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