- A Fuvest divulgou nota para esclarecer os critérios de correção da redação do Vestibular 2026, após questionamentos sobre a pontuação.
- A banca avaliou em escala de zero a quarenta, mas o cálculo final da segunda fase, de zero a cem, foi feito de forma proporcional para chegar a cinquenta pontos.
- O ajuste foi feito via regra de três: quarenta na banca equivalem a cinquenta no cômputo final; vinte na banca equivalem a vinte e cinco na nota final.
- A Fuvest afirmou que nenhum candidato foi prejudicado nem teve a correção excessiva; pediu desculpas pela demora na comunicação.
- O tema da redação foi perdão, e o formato mudou para permitir duas opções: dissertativo sobre limites do ato de perdoar ou carta a uma pessoa que fez acusação falsa.
A Fuvest divulgou nesta segunda-feira (2) uma nota de esclarecimento para detalhar os critérios de correção da redação do Vestibular 2026 da USP. A instituição reconhece atraso na comunicação e explica a conversão proporcional das notas.
Segundo a Fuvest, a banca avaliou as redações em uma escala de zero a 40 pontos, diferente do formato anterior, que utilizava até 50 pontos. A mudança ocorreu na grade de correção da prova.
Para o cálculo final da primeira fase da segunda etapa, que vale até 100 pontos, a nota da banca foi convertida de forma proporcional para chegar a 50 pontos, conforme a resolução vigente.
A instituição informou que aplicou uma regra de três para assegurar que nenhum candidato fosse prejudicado pela alteração interna de pontuação. Por exemplo, 40 pontos na banca equivalem a 50 no cômputo final; 20 pontos viram 25 pontos.
A Fuvest ressaltou que nenhum participante foi prejudicado nem teve a redação corrigida de forma excessiva. A nota oficial também reconhece falha na transparência do processo e pede desculpas pela demora na comunicação.
A divulgação da tabela de conversão busca esclarecer o valor real da nota apresentada no boletim de desempenho. A banca afirma que o critério seguiu o padrão acadêmico, com uma métrica inicial diferente que foi ajustada no cálculo final da segunda fase.
O tema da redação deste ano foi o perdão. A prova manteve a novidade de formato, permitindo ao candidato escolher entre duas opções: dissertativa sobre os limites do ato de perdoar ou carta a um personagem que tenha feito uma acusação falsa.
A proposta trouxe ainda uma coletânea variada, incluindo obras de Machado de Assis e reflexões sobre conflitos contemporâneos, acompanhando as mudanças de formato anunciadas pela Fundação.
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