- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu o monitor de uma escola cívico-militar em Caçapava, ao questionar: “Quem não erra?”.
- Segundo ele, erros de ortografia não importam porque o monitor não dá aula, apenas ensina postura, saudação ao chegar do professor, cantar o Hino Nacional e hastear a bandeira.
- No quadro, o monitor escreveu “descançar” e “continêcia”; imagens mostram correção para “descansar” e, depois, “continência” após intervenção de uma mulher na sala.
- O governo informou que os monitores serão avaliados semestralmente para verificar adaptação e permanência em cada unidade escolar; policiais militares reformados recebem orientação sobre as atividades.
- O modelo cívico-militar começou nesta semana em cem escolas do estado, com o objetivo de apoiar no dia a dia escolar e em atividades de disciplina, mantendo o conteúdo pedagógico com a direção escolar.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu o monitor de uma escola cívico-militar em Caçapava que escreveu palavras com grafia incorreta na lousa. Ele questionou se errou é relevante, afirmando que o monitor não ministra aulas.
Segundo o governador, o papel do monitor é orientar a disciplina e a postura dos estudantes. Ele pediu foco no respeito à chegada do professor, no canto do Hino Nacional e no hastear da bandeira, conforme descreveu em entrevista.
Imagens veiculadas pela TV Vanguarda mostram o monitor sendo chamado por uma professora na sala de aula. O monitor corrigiu a primeira palavra para descanso e, ao ser informado novamente, ajustou a segunda para continência.
O que aconteceu e o que vem sendo apurado
O episódio ocorreu durante a aula inaugural na unidade, na última segunda-feira. A equipe de escolas cívico-militares é composta por policiais militares reformados que atuam para apoio em atividades diárias e de disciplina, mantendo o conteúdo pedagógico com a direção escolar.
O governo paulista informou que os monitores serão avaliados semestralmente para verificar adaptação e permanência em cada unidade. A Secretaria de Educação ressaltou que os PMs reformados recebem orientações, e que o conteúdo pedagógico continua sob responsabilidade dos docentes.
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