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Brasil e China ampliam parceria e mobilidade acadêmica

Parceria Brasil-China amplia mobilidade acadêmica com convênio Capes-Beihang, oferecendo estágio a 24 doutores e 160 mestrandos, e aumenta foco em idiomas

Foto: Divulgação/MEC
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  • Em reunião no Ministério da Educação, em Brasília, no dia 11 de fevereiro, Brasil e China discutiram cooperação educacional e internacionalização da educação superior.
  • Foi assinado convênio entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Universidade de Beihang para oferecer estágios a 24 doutores e 160 mestrandos/doutorandos brasileiros na China.
  • Os dois países trataram do ensino de português brasileiro e mandarim, com foco na expansão por meio de institutos Confúcio e parcerias com institutos federais.
  • Foi destacada a Rede de Leitores Brasileiros na China, hoje com três unidades em Pequim para o ensino do português brasileiro.
  • Ficaram acordados Memorandos de Entendimento sobre cooperação educacional, troca de boas práticas e uso de inteligência artificial na educação, com o MEC recebendo convite para visitar a China ainda neste ano e o Ano Cultural Brasil-China em 2026.

O Brasil e a China deram mais um passo na parceria educacional durante reunião realizada no Ministério da Educação (MEC) em Brasília, na quarta-feira, 11 de fevereiro. O encontro reuniu representantes do MEC e da delegação chinesa, liderada pelo ministro conselheiro da Embaixada da China no Brasil, Xing Wenju.

Entre os desdobramentos, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Universidade de Beihang assinaram um convênio para estimular a mobilidade acadêmica. O acordo prevê estágios no exterior para 24 doutores e 160 mestrandos e doutorandos brasileiros na China.

Avanços na mobilidade acadêmica

Além do acordo, as partes discutiram formas de ampliar a cooperação para a internacionalização da educação superior. As autoridades destacaram a importância de facilitar estágios e intercâmbios para os programas de pós-graduação.

Cooperação linguística e cultural

A China defendeu a expansão do ensino do mandarim no Brasil, por meio de Institutos Confúcio e parcerias com institutos federais. Também houve proposta de reforçar a educação profissional e tecnológica. Do lado brasileiro, houve valorização da Rede de Leitores Brasileiros na China, com três unidades em Pequim dedicadas ao português.

Ações futuras e datas

Ambas as delegações mencionaram o Ano Cultural Brasil-China em 2026 como marco de cooperação. Foram alinhados textos de Memorandos de Entendimento sobre cooperação educacional, troca de boas práticas e aplicação de inteligência artificial na educação.

próximos passos

Para dar seguimento, o MEC foi convidado a integrar uma missão internacional e realizar visita à China ainda neste ano. Estão previstos encontros entre ministros da Educação e outras autoridades dos dois países para avançar as pautas firmadas.

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