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Debate sobre política e direito à alfabetização ocorre em encontro

Encontro internacional discute alfabetização, avaliação e equidade na América Latina, fortalecendo a articulação entre estados e governo federal para cumprir o CNCA

Encontro Internacional Alfabetzação
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  • O primeiro dia do Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro, promovido pelo MEC, ocorreu em Brasília nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, reunindo lideranças governamentais e organizações da América Latina.
  • O evento integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e busca acelerar a alfabetização na idade certa com equidade na região, com continuidade até 24 de fevereiro e transmissão ao vivo pelo YouTube do MEC.
  • Durante a tarde, houve o painel “Sistemas de Avaliação em Políticas de Alfabetização”, que apresentou políticas nacionais e destacou a importância da articulação entre entes federados.
  • A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, participou do debate sobre o “Regime de Colaboração na Política de Alfabetização Brasileira”, enfatizando cooperação entre estados, municípios e governo federal.
  • Também houve debate sobre mobilização social para o direito à alfabetização e liderança pública em contextos subnacionais, com painéis previstos sobre políticas, diversidade e desenvolvimento regional.

O Ministério da Educação promoveu, em Brasília, o primeiro dia do Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro, nesta segunda-feira, 23 de fevereiro. O evento integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e reúne representantes de países da América Latina para debater alfabetização na idade certa e com equidade.

O encontro ocorre até terça-feira, 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. A programação inclui tradução simultânea para PT, ES e Libras, ampliando o alcance de especialistas, gestores e organizações da sociedade civil.

No painel de abertura, houve abordagem sobre Sistemas de Avaliação em Políticas de Alfabetização. O foco foi compartilhar políticas de avaliação na região, destacando desafios comuns e aprendizados regionais. O representante do MEC, Manuel Palácios, explicou a organização das políticas nacionais e a necessidade de articulação com entes federados.

Palácios enfatizou a articulação interfederativa como inovação para alinhar políticas estaduais, municipais e federais. Segundo ele, o alinhamento entre o sistema nacional de avaliação e os sistemas estaduais fortalece a educação básica.

Durante a tarde, a discussão sobre o Regime de Colaboração na Política de Alfabetização Brasileira contou com a participação da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. O objetivo foi reforçar estratégias de cooperação entre Estados, municípios e União para efetividade das políticas.

Schweickardt destacou avanços do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e os desafios de promover equidade educacional considerando fatores regionais e socioeconômicos. A secretária ressaltou que a qualidade da escola pública se mede pela formação de cidadãos, ampliando o olhar para populações vulneráveis.

A programação do dia também incluiu o painel Mobilização Social e Política para Garantia do Direito à Alfabetização, com organizações da sociedade civil de Brasil, Argentina e Chile. Temas sobre liderança pública, políticas de alfabetização e ações subnacionais também foram debatidos pela manhã.

No conjunto das atividades, foi enfatizado o papel de governadores e prefeitos na implementação de políticas de alfabetização. A organização do CNCA prevê que 100% das crianças concluam a alfabetização até o final do 2º ano do ensino fundamental, com ações de recomposição de aprendizagens.

A agenda completa do evento está disponível na página oficial do MEC. No segundo dia, serão discutidas perspectivas de políticas de alfabetização com pesquisadores, gestores públicos e temas como equidade e diversidade, educação infantil e desenvolvimento social no continente.

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