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Camilo Santana anuncia construção de 117 escolas indígenas no Brasil

Governo autoriza a construção de até 117 escolas indígenas em dezessete estados, com 785 milhões de reais, buscando superar desafios de obras no interior

O ministro da Educação, Camilo Santana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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  • O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a construção de até 117 escolas indígenas no Brasil, dentro do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de Educação, Ciência e Tecnologia.
  • O investimento previsto é de 785 milhões de reais, e a iniciativa beneficiará 17 estados.
  • Estados contemplados e respectivas quantidades de escolas: Acre (2), Alagoas (1), Amazonas (27), Amapá (17), Bahia (4), Ceará (2), Maranhão (11), Mato Grosso do Sul (6), Mato Grosso (8), Pará (7), Pernambuco (1), Rio Grande do Sul (1), Roraima (23) e Tocantins (3).
  • O ministro destacou os desafios de realizar obras no interior, especialmente no Amazonas, e informou que o Ministério da Educação está empenhado em apoiar a educação indígena em todo o país.
  • A fala foi feita durante uma visita à comunidade indígena Sahu-Apé, no Amazonas, na ocasião em que autorizou as novas escolas.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a construção de até 117 escolas indígenas no Brasil. A medida integra o Eixo Educação, Ciência e Tecnologia do Novo PAC, com investimento previsto de 785 milhões de reais. A iniciativa beneficiará 17 estados.

Segundo o ministério, o projeto visa ampliar a oferta de educação básica nas comunidades indígenas, com obras em diversas redes municipais e estaduais. O objetivo é fortalecer a infraestrutura escolar sem comprometer a qualidade do ensino.

Camilo Santana afirmou que o governo reconhece os desafios de realizar obras no interior, especialmente no Amazonas, e garantiu apoio do MEC às escolas indígenas em todo o país. A fala ocorreu durante uma visite à comunidade Sahu-Apé, no Amazonas.

Os estados contemplados representam um conjunto diverso de regiões. Entre os que receberão recursos, há Amazonas (27 unidades), Roraima (23), Pará (7) e Amapá (17). Outros estados possuem quantidades menores de novas escolas.

Em nota, o ministério enfatizou o compromisso com a educação pública e a valorização de povos tradicionais. A atuação busca ampliar o acesso, reduzir desigualdades regionais e melhorar as condições de acolhimento e aprendizado.

A proposta integra ações do governo federal voltadas ao desenvolvimento educacional, com foco na diversidade cultural e na garantia de educação digna para crianças e jovens indígenas em todo o país. Não houve divulgação de cronograma detalhado de obras.

Camilo Santana encerrou a cerimônia destacando o compromisso do presidente Lula e reiterando a relevância de investir na educação para o futuro do Brasil. A declaração ocorreu no contexto de apresentação do projeto às comunidades locais.

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